ESG, Liderança
3 minutos min de leitura

13 anos do Grupo Mulheres do Brasil: nascemos para transformar o país e acabamos transformando umas às outras.

Ao celebrar 13 anos de atuação, o Grupo Mulheres do Brasil reafirma seu compromisso com a construção de uma sociedade mais justa, inclusiva e diversa. Mas sua trajetória revela um impacto que vai além das causas e dos projetos: a força de uma rede capaz de conectar mulheres, criar oportunidades, fortalecer vínculos e promover desenvolvimento pessoal e coletivo.
Fundado em 2013 por Luiza Helena Trajano e outras 40 mulheres, o Grupo Mulheres do Brasil é uma das maiores redes de mobilização feminina do país. Com mais de 140 mil participantes no Brasil e no exterior, atua em frentes como educação, empreendedorismo, equidade de gênero, inclusão social, cidadania, sustentabilidade, defesa de políticas públicas e combate à violência contra mulheres e meninas. Por meio da articulação entre sociedade civil, iniciativa privada e poder público, desenvolve projetos e ações que contribuem para a construção de uma sociedade mais justa, diversa e inclusiva. Saiba mais: https://www.instagram.com/grupomulheresdobrasil
CEO do Grupo Mulheres Brasil, Conselheira do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social e Sustentável da República- Conselhão, Advogada tributarista, Membro do Conselho Consultivo do Instituto Think Twice Brasil e Ex-Conselheira do Núcleo de Promoção de Direitos Humanos da OAB/SP.

Compartilhar:

Há 13 anos, nascia o Grupo Mulheres do Brasil, a partir de um sonho compartilhado por Luiza Helena Trajano e tantas outras mulheres: reunir forças, conhecimentos e experiências para transformar o nosso país.

Queríamos ampliar a presença feminina nos espaços de decisão, contribuir para um Brasil mais justo e atuar em questões fundamentais como educação, saúde, igualdade racial, empreendedorismo e combate à violência contra a mulher.

E foi assim que começamos. Mulheres unidas por um propósito maior, acreditando na força da ação coletiva.

Mas, ao longo dessa caminhada, descobrimos algo que talvez não imaginássemos no início: enquanto trabalhávamos para transformar o Brasil, o Grupo começava a transformar, primeiro, a vida de cada uma de nós.

Porque uma rede de mulheres é muito mais do que um espaço de mobilização. É também um lugar de encontro, de acolhimento, de aprendizado e de pertencimento.

Nós, mulheres, vivemos cercadas de responsabilidades. Cuidamos da família, dos filhos, dos pais, do trabalho e de tantas outras demandas. Muitas vezes, até quando reservamos um tempo para nós mesmas, sentimos culpa.

E, de repente, encontramos um espaço em que podemos estar juntas, trocar experiências, aprender, compartilhar desafios, construir amizades e, ao mesmo tempo, contribuir para algo maior do que nós mesmas.

Chegamos para cuidar de uma causa e descobrimos que, nessa caminhada, também estávamos cuidando umas das outras.

Ao longo desses 13 anos, construímos muito mais do que projetos e iniciativas. Construímos vínculos.

Mulheres de diferentes gerações, profissões, regiões, realidades e pensamentos passaram a se encontrar em torno de propósitos comuns. E desses encontros nasceram amizades, oportunidades, confiança, solidariedade e verdadeiras redes de apoio.

Em um mundo cada vez mais conectado, mas também marcado pela solidão, descobrimos o valor imenso de pertencer.

De saber que não estamos sozinhas. De encontrar outras mulheres com quem podemos dividir nossas inquietações, nossas conquistas e nossos sonhos.

E talvez essa seja uma das maiores riquezas que construímos nesses 13 anos: uma rede que nos fortalece emocionalmente, amplia nossos horizontes e nos permite crescer juntas.

Seguimos com o mesmo propósito que nos reuniu no início: transformar o Brasil, ampliar oportunidades e fazer com que mais mulheres estejam onde as decisões são tomadas.

Mas hoje sabemos que essa transformação tem uma força ainda maior, porque começa dentro da própria rede.

Cada mulher que chega traz sua história, seu conhecimento e sua vontade de contribuir. E cada mulher que participa também leva algo consigo.

Leva novas perspectivas, novas amizades, mais confiança e a certeza de que faz parte de algo maior.

Celebrar os 13 anos do Grupo Mulheres do Brasil é celebrar essa dupla transformação: a que buscamos realizar na sociedade e aquela que acontece, todos os dias, dentro de cada uma de nós.

Porque a força de uma rede não está apenas no número de mulheres que ela reúne, mas no quanto cada mulher se fortalece por fazer parte dela.

Nascemos para transformar o Brasil. E descobrimos que, juntas, também transformamos umas às outras.

Que venham muitos outros anos de encontros, propósitos, afeto e transformação!

Parabéns a todas nós, Mulheres do Brasil!

Compartilhar:

Fundado em 2013 por Luiza Helena Trajano e outras 40 mulheres, o Grupo Mulheres do Brasil é uma das maiores redes de mobilização feminina do país. Com mais de 140 mil participantes no Brasil e no exterior, atua em frentes como educação, empreendedorismo, equidade de gênero, inclusão social, cidadania, sustentabilidade, defesa de políticas públicas e combate à violência contra mulheres e meninas. Por meio da articulação entre sociedade civil, iniciativa privada e poder público, desenvolve projetos e ações que contribuem para a construção de uma sociedade mais justa, diversa e inclusiva. Saiba mais: https://www.instagram.com/grupomulheresdobrasil

Artigos relacionados

Organizações vivas: o que o levain ensina a quem lidera?

Ao acompanhar o desenvolvimento de um levain, o autor encontrou paralelos inesperados com a vida nas organizações. Alimentar, observar, ajustar o ambiente e respeitar o tempo do processo são gestos que ajudam a entender uma das funções mais importantes da liderança: criar condições para que pessoas e equipes alcancem seu potencial coletivo.

Inovação farmacêutica brasileira: um ponto de inflexão nas análises do setor

Este é o quinto artigo da série sobre a indústria farmacêutica brasileira. Após examinarmos a posição global do país, o acesso a medicamentos e a capacidade científica e industrial, a conversa com Norberto Prestes, da Abiquifi, amplia a investigação para as conexões entre empresas, pesquisadores, universidades e financiamento.
Como avaliar investimentos e resultados com informações pouco comparáveis? Entre orçamentos de P&D, incentivos acadêmicos e descobertas de pequenas equipes, buscamos parâmetros para examinar como o conhecimento se converte em aplicações, capacidade econômica e benefícios para a população.

O cliente não compra tecnologia. Compra conforto.

Recursos avançados, aplicativos e conectividade impressionam, mas raramente são o motivo principal de uma decisão de compra. O que as pessoas realmente buscam é uma solução capaz de tornar a vida mais simples e agradável. O artigo explora por que o sucesso de produtos inteligentes depende menos das funcionalidades e mais da capacidade de entregar uma experiência intuitiva e consistente.

Autoridade não se mede em decibéis

Em um momento em que denúncias de assédio, investigações internas e crises de liderança ganham cada vez mais espaço nas organizações, cresce a necessidade de diferenciar autoridade de poder. O texto analisa por que líderes que dependem do cargo ou da imposição para obter resultados acabam comprometendo justamente aquilo que mais precisam preservar: pessoas, confiança e performance.

Estratégia e Execução
30 de setembro de 2026 14H00
Poucos elementos são tão perigosos quanto um sistema que parece funcionar bem o suficiente para não ser questionado. No universo das parcerias, resultados de curto prazo podem mascarar desalinhamentos estratégicos, limitações de escala e modelos que já não atendem às necessidades futuras da empresa.

Juliana Tubino - Cofundadora do Ecossistema Octo e coautora do best-seller Ecossistema de Parceiros: Método Octo.

6 minutos min de leitura
ESG
30 de setembro de 2026 08H00
Dados recentes mostram uma queda significativa na representação de grupos historicamente sub-representados na comunicação das empresas. Mais do que uma questão de imagem, a mudança reacende discussões sobre consistência, coragem institucional e a capacidade das marcas de sustentar seus valores quando eles deixam de ser consenso.

Dilma Campos - Copresidente da Mark Up

3 minutos min de leitura
Bem-estar & saúde, Cultura organizacional, Gestão de pessoas & arquitetura de trabalho
29 de setembro de 2026 14H00
Dois jovens iniciaram a carreira no mesmo programa de trainees, com formações semelhantes e perspectivas promissoras. Trinta anos depois, vivem realidades profissionais e financeiras muito diferentes. A partir dessa história, o artigo propõe uma reflexão sobre como empresas podem contribuir para trajetórias mais sustentáveis e equitativas ao longo de toda a vida.

Fran Winandy - CEO da Acalântis Services, Consultora, Palestrante e Professora nas áreas de Diversidade Geracional, Etarismo e Longevidade

10 minutos min de leitura
Inovação & estratégia, Gestão de pessoas & arquitetura de trabalho
29 de setembro de 2026 08H00
Enquanto algumas organizações reduzem contratações de profissionais em início de carreira graças aos ganhos de produtividade proporcionados pela inteligência artificial, outras fazem exatamente o oposto e ampliam seus programas de formação. O motivo é simples: toda vaga júnior eliminada hoje pode se transformar em uma escassez de profissionais experientes amanhã.

Marcelo Murilo - Co-Fundador e VP de Inovação e Tecnologia do Grupo Benner, Embaixador e membro do Senior Advisory Board do Instituto Capitalismo Consciente Brasil. Embaixador e Membro da Comissão ESG da Board Academy BR.

10 minutos min de leitura
Bem-estar & saúde, Gestão de pessoas & arquitetura de trabalho, Liderança
28 de setembro de 2026 14H00
Lideranças são constantemente cobradas a desenvolver equipes engajadas, seguras e resilientes. Mas o que acontece quando elas recebem a responsabilidade pela mudança sem tempo, recursos ou autonomia para promovê-la? Uma reflexão sobre o limite entre responsabilidade individual e responsabilidade organizacional.

Indira Leite - Consultora em Educação Corporativa e Mestre em Psicologia Organizacional, Especialista em Engajamento de Equipes.

5 minutos min de leitura
Inovação & estratégia, Tecnologia & inteligencia artificial
28 de setembro de 2026 08H00
Conversar com um assistente para resolver uma demanda parece simples para o usuário. Para as organizações, porém, isso exige uma transformação muito mais profunda: explicitar processos, organizar capacidades de negócio e construir uma arquitetura capaz de conectar intenção, decisão e execução de forma confiável. É nesse encontro entre inteligência artificial e arquitetura headless que surge uma nova lógica para o futuro das operações empresariais.

Ale Fu - Executiva de Tecnologia, Professora, Palestrante, além de coordenadora da Comissão de Estratégia e Inovação do IBGC e membro do Grupo de Trabalho de Inteligência Artificial da ABES

12 minutos min de leitura
Cultura organizacional
27 de setembro de 2026 14H00
O artigo mostra como o recuo estratégico do ego, a escuta hospitaleira e a responsabilidade pelo vínculo podem transformar relações em uma poderosa infraestrutura de alta performance.

Daniela Cais - Designer de Relações Profissionais, TEDx Speaker, Mentora de Comunicação para Carreiras e Negócios

6 minutos min de leitura
Diversidade, ESG, Gestão de pessoas
27 de setembro de 2026 08H00
Inovação não garante inclusão por si só. Para que a inteligência artificial amplie oportunidades para pessoas com deficiência, será necessário combinar tecnologia, governança, acessibilidade e mediação humana qualificada.

Carolina Ignarra - CEO da Talento Incluir

4 minutos min de leitura
Tecnologia & inteligencia artificial
26 de setembro de 2026 18H00
Mais do que uma questão tecnológica, o crescimento do Shadow AI evidencia a necessidade de fortalecer políticas internas, educação digital e governança para proteger um dos ativos mais valiosos das empresas: seus dados.

Adriano Pinhal - Superintendente de Inteligência Artificial da Mapfre

3 minutos min de leitura
Educação
26 de setembro de 2026 12H00
Pela primeira vez, a taxa de analfabetismo entre brasileiros com 15 anos ou mais ficou abaixo de 5%. O avanço, porém, expõe uma nova urgência: milhares de jovens continuam deixando a escola para trabalhar. O desafio agora é construir caminhos que permitam estudar, gerar renda e desenvolver competências para um mercado de trabalho em rápida transformação.

Vinicius Tondolo - Diretor executivo da Fundação Sagres

3 minutos min de leitura

Baixe agora mesmo a nossa nova edição!

Dossiê #174

Mobilização é o novo segredo da execução

Baixe agora mesmo a nossa nova edição!

Dossiê #174

Mobilização é o novo segredo da execução