Cada vez mais empresas estão criando o papel de Chief Transformation Officer, dedicado a impulsionar a mudança organizacional a fim de gerar oportunidades de crescimento. As condições que demandam esse tipo de liderança e suas características estão em artigo publicado por pesquisadores da IMD Business School, de Lausanne, na Suíça.
À medida que as cidades ao redor do mundo se preparam para a tão esperada reabertura do comércio e serviços, empresas e empreendedores procuram se adequar às medidas de segurança e higiene que, agora, entram para nossa rotina também no ambiente de trabalho.
Provocação, ridicularização, gozação, desqualificação... Essas são apenas algumas das várias formas em que o assédio se manifesta. Ele não ocorre de maneira clara e evidente, e o assediador, que se julga dotado de poder superior ao assediado, se esconde covardemente em atitudes sutis e sorrateiras.
No mundo pré-pandemia muitas empresas acabaram desistindo do tema cedo demais. Agora, sem alternativas, o ideal é que elas não cometam esses três erros.
Resiliência. Empatia. Cooperação. Nunca antes na história recente estas três palavras tiveram tanta força na condução dos negócios como agora. A pandemia trouxe inúmeros desafios, mas também derrubou algumas barreiras do mundo corporativo estimulando a criatividade e inovação, bem como ajustando o foco no que é realmente essencial.
Três atitudes podem garantir um percentual de crescimento real sustentável para sua empresa, na casa dos 6% ao ano, suficiente para, ao menos, manter o atual patrimônio da família. Parece fácil, mas não é
Para evitar o clima de incerteza o líder deve ser transparente com a equipe, mostrar os resultados e o que precisam entregar para que a operação seja saudável.
A anedota sobre o coronavírus ser o responsável pela transformação digital das empresas espalhou-se rapidamente e me fez pensar se esta seria, de fato, a maior oportunidade de mudança trazida por esta crise.
Nada melhor do que uma obra inacabada para evidenciar como a gestão de recursos do governo poderia ser mais eficiente. Problemas no gerenciamento de recursos também são uma parte da resposta para entender por que, apesar de gastar muito com tecnologia, as organizações brasileiras, tanto na esfera pública quanto privada, estão ficando para trás quando o assunto é capacidade de inovar.
A digitalização de processos já está ao alcance de qualquer empresa. Decorrente de uma industrialização que atravessa séculos, o mercado vive hoje um momento de aplicação da tecnologia às rotinas das empresas, a chamada Indústria 4.0.
Se você for começar a entender quem são as melhores pessoas do seu mercado só quando alguém pediu demissão, aqui estou para ser o chato que fala as verdades: você já está atrasado.
Joseph Teperman
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Dossiê #172
Missão China: No ano do cavalo e de fogo
Não basta olhar para a tecnologia chinesa; a grande diferença está em entender sua gestão