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#eXtracast: liderança jovem

O que a juventude pode fazer pelas empresas e pelo Brasil? Com esse tema, o terceiro episódio do eXtraCast chega cheio de ideias e inspirações para o futuro

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Eles estão à frente de organizações que depositam na juventude toda a sua esperança de um Brasil melhor, e dedicam suas carreiras à causa jovem. Conheça os três convidados que tornaram o terceiro episódio do eXtraCast um bate-papo otimista sobre o potencial de transformação da juventude brasileira: 

> “Eu vi muita gente ficar pelo caminho por falta de oportunidade ou conhecimento. Paralelamente a isso, diante de tantos desafios do nosso País, eu percebo que muitos preferem reclamar a fazer alguma coisa. No Instituto Four temos uma premissa que diz que ‘reclamar não muda’ e, por isso, nosso foco é selecionar e formar jovens que desejam solucionar os maiores problemas do Brasil.”
>
> Ailton Cunha, diretor de operações no Instituto Four

> “Tem duas coisas que me incomodam profundamente. A primeira é ver potencial desperdiçado. A segunda é perceber o quanto somos carentes de exemplos de lideranças éticas e inspiradoras. Por isso, acredito que desenvolvendo o potencial da juventude e formando essa nova geração de líderes, teremos cada vez mais bons exemplos e retroalimentaremos um círculo virtuoso.”
>
> Anamaíra Spaggiari, diretora Geral da Fundação Estudar

> “Temos 50 milhões de jovens no Brasil e eu acredito que é essa galera que vai, de fato, empreender e intraempreender, para transformar as organizações no médio e no longo prazos. O caminho para atingirmos esse objetivo é formar lideranças conscientes, que enxerguem além do lucro e busquem gerar impacto positivo no mundo e nas pessoas.”
>
> Augusto Júnior, diretor executivo do Instituto Anga

Confira outras questões que foram abordadas no terceiro episódio do eXtraCast:

* Trajetória profissional dos convidados e propósito das instituições que eles lideram.
* Qual o potencial da juventude brasileira?
* O que as organizações devem fazer para atrair esses jovens potenciais?
* O que as empresas não devem fazer se quiserem trabalhar com esse público?
* E essa história de “geração mimimi”?
* Qual a maior virtude dessa nova geração? 
* E a maior fraqueza?
* Que transformações observaremos no País se tivermos mais exemplos de lideranças éticas e conscientes?
* Qual o legado que vocês desejam deixar para o Brasil?   

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