Liderança
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Aprendizagem ativa, afetiva e efetiva para gerar engajamento

Conheça 6 abordagens práticas para que sua aprendizagem se reconfigure da melhor forma

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Criar uma experiência de aprendizagem memorável e um grande desafio, sobretudo em tempos onde as agendas estão sobrecarregadas e cansados mentalmente. Muitas vezes acreditamos que a solução é adquirir cursos, comprar livros ou mesmo oferecer uma plataforma com conteúdos, no entanto, consumir informação não é o mesmo que aprender.

No primeiro dia de ATD 2025, Danielle Walace explorou de forma brilhante, a necessidade que as empresas tem de repensar suas práticas de aprendizagem, e propôs um design centrado no desempenho, adotando abordagens que tornam a aprendizagem mais afetiva, efetiva e ativa, que consequentemente, aumenta o engajamento e os resultados.

Ela trouxe seis abordagens práticas:

  1. Comece com o que importa: problemas reais

A aprendizagem precisa partir do contexto, não do conteúdo. Um exemplo prático apresentado foi o de um gerente que precisa conversar com sua equipe sobre saúde mental. A solução não é um módulo sobre “o que é depressão”, mas uma simulação prática com perguntas difíceis e decisões reais. Isso gera retenção e prepara para a ação.

2. Troque exposição por experiência

Roleplays, quizzes inteligentes, microdesafios e simulações são mais eficazes do que qualquer sequência de slides. Treinamentos genéricos não dão conta da complexidade do ambiente atual. A aprendizagem precisa ser ativa e contextualizada.

3. Use a IA para dar feedback de verdade

A inteligência artificial permite personalização em escala — e feedback imediato. Seja por meio de avatares, chatbots ou quizzes interativos, o retorno precisa ser construtivo, orientado à melhoria e integrado à prática.

4. Peça para aplicar e compartilhar resultados

Wallace foi categórica: quando o aprendiz sabe que terá que compartilhar como aplicou o que aprendeu, a curva de atenção muda. Chamadas à ação durante a formação, aliadas a espaços de compartilhamento (lives, chats, fóruns), aumentam a responsabilidade e o senso de pertencimento.

5. Aposte em storytelling

Histórias, vídeos, quadrinhos e até avatares de IA ajudam a humanizar conteúdos e facilitar a transferência para o cotidiano.

6. Insira reflexão como parte do processo, não como fechamento

Refletir durante e depois da experiência amplia a retenção e favorece a transferência. Se a sua universidade corporativa ainda está presa ao trio conteúdo-prova-certificado, está na hora de repensar esse modelo.

A aprendizagem que transforma combina prática, personalização, afeto e contexto.

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