Sustentabilidade
Oferecido por:

Mudança Corporativa com Jogos e Batalhas

Conheça técnicas inovadoras (e divertidas) que podem aumentar a eficácia de uma transformação organizacional

Compartilhar:

**Vale a leitura porque…**

… mudanças são incorporadas no dia a dia da organização – seja para colocar o cliente no centro das decisões, para se comunicar melhor, para demonstrar bons comportamentos à equipe.

… implementar mudanças não é fácil; a maioria das pessoas costuma oferecer resistência, às vezes sem perceber; atividades lúdicas podem alavancar nisso. 

Em 2014, a Latam Airlines Brasil resolveu reestruturar sua vice-presidência de operações e manutenção. O objetivo era transformar os gerentes médios, especialmente quanto a sua visão sobre clientes internos e externos. Afinal, as decisões deles no dia a dia tinham impacto em todos os elos da cadeia até chegar ao passageiro, o que não necessariamente era percebido. “Eles precisavam desenvolver essa percepção para mudar”, explica Claudia Sender, CEO da empresa. 

Como ajudá-los a desenvolver a percepção? Em um projeto chamado Toga (acrônimo de take off, go around, que significa “aplicar a potência máxima” na aviação), a Latam promoveu batalhas em que os gerentes médios “lutavam” para atacar determinados problemas e, na disputa (que acabava com a vitória de um deles), tinham insights e desenvolviam habilidades. 

A competição foi concebida pela consultoria Ekantika para tirar as pessoas da zona de conforto e mudar sua cultura, que é, em sua visão, o passo anterior obrigatório em qualquer mudança de um negócio. Esse tipo de abordagem lúdica à mudança é novo no território das consultorias e só faz crescer em treinamentos corporativos como os realizados pelo Grupo Azevedo Ramirez (GAR), que incluem os mais diversos jogos e dinâmicas. 

O número de empresas que adotam esses projetos de competição e a gamificação também aumenta. Além da Latam, a Ekantika finalizou em julho último um projeto de batalhas com uma das maiores varejistas do Brasil. E o GAR vem trabalhando com cerca de 150 empresas por ano, envolvendo 15 mil colaboradores. Isso parece revelar duas tendências: 

• Mudanças são cada vez mais frequentes nas empresas.

• Os gestores estão conscientes de que, para mudarem de verdade, as pessoas precisam ser tiradas da zona de conforto com recursos estranhos ao ambiente corporativo. 

**AS 10 BATALHAS DA LATAM**

A transformação organizacional da área de operações e manutenção da companhia aérea teve 11 temas, abordados em 10 batalhas: 

* Visão de dono
* Comunicação
* Meritocracia
* Segurança
* Clientes externos
* Diretoria de segurança operacional
* Empowerment
* Rentabilidade sustentável
* Qualidade
* Performance
* Sistema de gestão de ideias

As batalhas de clientes externos, de empowerment e de performance foram consideradas as mais cruciais para atingir os objetivos da empresa de desenvolver a capacidade de gestão da liderança, mudar o comportamento e as atitudes das pessoas, reforçar a cultura Latam e alinhar todos com as metas. 

“Na batalha de clientes externos, por exemplo, uma das experiências marcantes foi a visita dos líderes ao setor ‘Fale com a Gente’, aonde chegam todos os elogios e críticas”, relembra Nelson Shinzato, VP de operações e manutenção. 

Já para o diretor de RH, Ricardo Bull Silvarinho, a batalha de empowerment fez os líderes amadurecerem, permitindo-lhes evitar que pequenos problemas tomem proporções desnecessárias. 

**“É transformando a média gerência que se consegue transformar uma empresa”, diz a CEO da Latam Brasil, Claudia Sender**

**Qual o principal ganho trazido pela aplicação do método Toga na vice-presidência de operações e manutenção?**

Sempre tivemos um nível de excelência técnica muito alto. Nosso maior ganho foi a transformação dos gestores, que antes eram técnicos demais e desenvolveram uma visão de gestores e de donos da companhia. Essa nova visão se traduz na colocação da segurança em primeiro lugar, no cuidado com o cliente e com o colaborador e na eficiência da companhia. 

A mudança que fez cada um sair de sua caixinha e se responsabilizar pelo todo sem dúvida foi um dos maiores legados; no longo prazo, isso vai nos ajudar a alçar voos muito mais altos. 

Eu acompanhei o projeto pessoalmente e foi maravilhoso ver a transformação da equipe: eles ampliaram a visão de mundo e começaram a entender a importância de cada parte na gestão do dia a dia.

**As expectativas financeiras foram atendidas?**

O projeto Toga veio colocar os clientes no centro das decisões – sejam os clientes internos, sejam os externos. E, quando os clientes são focados, não tem como não gerar mais resultado financeiro; era isso que esperávamos e foi isso que aconteceu. Desde o princípio, conseguimos ver economias de custo. Ainda houve melhora nos indicadores gerais de desempenho e muitas oportunidades de ganho nasceram em função do projeto também. 

**Como foi seu desafio de manter a implementação do Toga em meio à integração com a LAN?**

Já estávamos mais adiantados na associação com a LAN – a fusão começou em 2010 e foi oficializada em 2012 – e o ambiente estava melhor. No período do Toga, de 2014 a 2016, o mercado vivia um momento bem mais delicado, com alta de custos desde o segundo semestre de 2014, seja por conta do preço do petróleo, seja pelo dólar ou pela inflação. Tivemos de rever o orçamento e todos os projetos – eu pressionei para isso, inclusive. 

Olhamos para tudo e percebemos que o Toga especificamente nos ajudaria a garantir a sustentabilidade da companhia e a criar muito valor, para alçarmos voos mais altos no futuro. Então, resolvemos cortar custos em outro lugar para manter o projeto. Ele veio desenvolver os líderes do futuro. 

Longevidade é importante para nós: nossa companhia é a mais longeva do Brasil na aviação civil, o que não é simples. Nosso setor tem margens muito apertadas; quando olhamos para trás, vemos – com tristeza – várias empresas de aviação civil que ficaram pelo caminho.

**A sra. acredita que o método das batalhas pode ser aplicado a outras áreas e ramos de negócios?**

Eu não tenho dúvida de que o método pode gerar transformação em qualquer tipo de negócio. Para sabermos onde fazer a transformação e planejá-la, nós definimos as prioridades de transformação de nossa companhia em cima do diagnóstico de quais eram nossos gaps – o interessante é que o diagnóstico foi feito pela área [de operações e manutenção] em conjunto com outras áreas que atuam em seu entorno. 

**Em sua visão de CEO, qual foi o aprendizado mais importante do projeto Toga?**

O mais importante foi entender o impacto de trabalhar com a média gerência. Envolvemos também colaboradores mais de linha, mas o foco principal foi a transformação dos gerentes médios, para que se tornassem gestores comunicadores que cuidam, desenvolvem, definem o foco da equipe. 

Quando transformamos só a camada de cima ou só a de baixo, isso não tem sustentação. No entanto, estou convencida de que, ao transformarmos a camada de gestão média, o impacto é mais longo e duradouro. Acredito que é aí que se consegue mudar uma empresa. 

**AS BATALHAS**

O método das batalhas é bem ilustrado pelo projeto da Latam: primeiro, um business case identificou problemas a resolver na área de operações e manutenção; depois, um culture case mapeou a mudança cultural necessária para resolvê- -los; por fim, desenharam-se e implantaram-se “batalhas” para promover a mudança cultural – foram estruturadas dez batalhas e, a cada uma que era vencida, mais perto a área ficava de ganhar a guerra.

Para cada batalha, havia líderes representantes das oito diretorias ligadas à vice-presidência de operações, escolhidos entre os gerentes médios (e entre alguns coordenadores de alta performance também). Com o apoio de colaboradores, não necessariamente subordinados, e diretores, eles tinham de cumprir as tarefas estabelecidas usando seu poder de influência, pois precisavam convencer as pessoas a agir sem recorrer à hierarquia. 

Um exemplo de batalha? “Uma delas levou ao desenvolvimento de um processo para priorizar aeronaves A320 com sharklet nos voos mais longos, e isso potencializou a economia de combustível”, conta Nelson Shinzato, vice-presidente da área. O sharklet é um equipamento localizado nas asas do avião que promove a redução do consumo de combustível. 

Os gerentes médios não eram jogados aos tubarões, contudo. No início de cada batalha, a Ekantika fazia um treinamento em práticas e ferramentas que os ajudavam a cumprir as tarefas, como green belt (do método 6-sigma), design thinking, canvas do modelo de negócio e matriz 9-box, entre outras – e ainda prestava consultoria. 

A Ekantika tratou de garantir o engajamento desses líderes, incluindo técnicas de gamificação, benchmarking e outras dinâmicas conforme o projeto avançava. “O engajamento é o que permite quebrar paradigmas”, diz Viviane Salyna, sócia-fundadora da consultoria. No decorrer de dois anos, 50 gerentes da Latam passaram pelo processo, e, conforme a CEO Sender, 14 mil colaboradores foram impactados por meio deles – mais da metade dos 25 mil funcionários da companhia no Brasil. 

Os resultados não são públicos, mas a empresa afirma que houve redução de custos de alguns milhões de reais por ano, entre horas extras, viagens, material consumível e outros itens. Também foi registrado aumento de receita na prestação de serviços para terceiros, por conta da maior capacidade dos gestores de avaliar o mercado e do fato de eles buscarem proativamente mais clientes. 

Para Ricardo Bull Silvarinho, diretor de recursos humanos da Latam, um dos principais resultados foi qualitativo: fazer com que cada gestor saísse de seu silo para ter uma visão sistêmica da organização, de maneira ampla e abrangente. 

Além disso, o projeto evidenciou os talentos que existiam ali, a ponto de a empresa ter definido o plano de sucessão do VP de operações com base nele. 

Na varejista, o projeto foi adotado na operação de lojas, por três meses, com o objetivo de converter seis gerentes regionais em agentes de mudança, capazes de transformar os vendedores e os processos de 60 lojas. Foi desenhada uma única batalha, focada no aumento de resultados por loja, e as tarefas tiveram a ver com a produtividade do vendedor, a conversão de vendas, o portfólio de produtos e o aproveitamento por metro quadrado de loja. 

“Esse desafio foi especial, porque lidamos com profissionais da área comercial, que não costumam ter um pensamento tão estruturado quanto o dos gestores de operações da Latam”, lembra Roberto Mosquera, diretor da Ekantika. E os resultados? Houve, entre redução de custos e aumento de receitas, um ganho de R$ 40 milhões, e um dos gerentes regionais envolvido evoluiu tanto que foi chamado a liderar um grande projeto da empresa. 

**OS JOGOS**

Inspirada no Teatro do Oprimido, que quebra as barreiras entre os atores e o público, a gamificação do GAR visa transformar os colaboradores das empresas em protagonistas das mudanças, começando por conscientizá-los do que não sabem. 

“A dificuldade de promover mudanças com os treinamentos convencionais se deve ao fato de as pessoas não saberem que não sabem”, diz Daniel Ramirez, fundador e líder do GAR, formado em artes cênicas e com 30 anos de experiência em projetos de RH. 

Depois da conscientização, continua ele, as pessoas precisam aprender fazendo. “Aprender apenas com a teoria é como saciar a fome só lendo o cardápio”, observa. 

Feito o diagnóstico das pessoas, o GAR escolhe em seu portfólio as dinâmicas mais adequadas e as aplica a grupos de 20 a 1.600 pessoas. Se o objetivo é fazer mudanças na gestão do tempo, o jogo escolhido pode ser o da construção de uma minirroda-gigante com 3.202 peças em 90 minutos – e ela deve girar pelo menos quatro vezes com um só impulso. Para focar o cliente, é feita uma dramatização em que o pessoal abastece uma caravela prestes a cruzar o oceano em busca de novas terras no século 15. Para mudar a comunicação, há um game policial que se passa na Chicago de Al Capone, nos anos 1930. 

“O jogo corporativo deve ter alto impacto para engajar as pessoas e, para conseguirmos isso, trabalhamos com o tripé design, diversão e conteúdo”, analisa Ramirez. Entre as empresas que jogam assiduamente com o GAR estão KPMG, Leroy Merlin e Volkswagen. As duas primeiras costumam buscar mudanças comportamentais e a última quer criar prontidão para quando o mercado melhorar. 

**PESSOAS E CULTURA**

A moda do lúdico parece ter vindo para ficar. Se toda mudança organizacional depende da mudança de suas pessoas e cultura, jogos e batalhas podem ser, de fato, um dos melhores caminhos para mudar. 

**Você aplica quando…**

… faz um diagnóstico das mudanças necessárias e da cultura em relação a isso,

… seleciona os colaboradores que mais impactarão a área a mudar e os engaja em batalhas e jogos.

Compartilhar:

Artigos relacionados

Plataformização da educação: 3 pontos para refletir antes de levar tecnologia para a sala de aula

Plataformas digitais e ferramentas de inteligência artificial estão chegando às salas de aula em ritmo acelerado. Mas a transformação educacional não depende apenas da disponibilidade de novas soluções. Ela exige clareza sobre os problemas que se pretende resolver, participação de quem vive o cotidiano escolar e condições reais para que a tecnologia faça sentido no processo de aprendizagem.

O que Guimarães Rosa pode ensinar sobre liderança na era da IA

Por trás de uma das obras mais inovadoras da literatura brasileira havia um método rigoroso de trabalho. A partir dessa provocação, o artigo discute por que organizações que desejam crescer de forma consistente precisam desenvolver algo que nenhuma tecnologia entrega pronta: critérios compartilhados, disciplina intelectual e capacidade coletiva de manter a qualidade em escala.

O caso Abril não foi uma crise da mídia. Foi uma crise de adaptação

Empresas raramente entram em declínio de forma repentina. Primeiro perdem capacidade de adaptação, depois relevância e, por fim, espaço para investir na própria transformação. A partir do caso Abril, o artigo analisa como decisões sobre inovação, sucessão, crescimento e alocação de recursos influenciam a capacidade de uma organização sobreviver em ciclos de disrupção cada vez mais rápidos.

Seu valor termina quando sua performance cai?

Uma promoção, uma nova função, um momento difícil ou uma fase de adaptação podem mudar temporariamente a performance de qualquer profissional. A questão é saber se as organizações conseguem enxergar essas oscilações como parte da trajetória humana ou se passam a avaliar pessoas apenas pelo resultado do momento.

A contradição que desafia a ONU: É possível falar em inclusão global sem Taiwan?

Em um momento em que a ONU afirma buscar a reconstrução da confiança internacional, o debate sobre a exclusão de Taiwan recoloca uma questão fundamental para a governança global: como defender representatividade, cooperação e direitos universais quando milhões de pessoas permanecem à margem de importantes fóruns internacionais? O artigo analisa as implicações jurídicas, geopolíticas e econômicas dessa controvérsia e seus impactos sobre a estabilidade global.

O próximo Pix será de competências

Imagine carregar, em um único ambiente digital, diplomas, cursos, certificações e qualificações profissionais, todos verificáveis em segundos. O artigo explora como a combinação entre credenciais digitais, blockchain e identidade digital pode redefinir a forma como pessoas comprovam suas competências e como o país acompanha a evolução da educação e da empregabilidade.

Inovação & estratégia
13 de setembro de 2026 08H00
Enquanto os ciclos tecnológicos se tornam cada vez mais curtos, organizações enfrentam um desafio permanente: transformar inovação em resultados concretos e que gere valor para o negócio no longo prazo.

Andréia Rengel - CEO e sócia da AMcom

Oferecido por:
3 minutos min de leitura
Gestão de pessoas & arquitetura de trabalho
12 de setembro de 2026 14H00
Em um ambiente empresarial cada vez mais orientado por dados, o people analytics permite que o RH amplie sua influência nas decisões corporativas.

Gabriela Resende - Diretora de Operações de Recursos Humanos da Propay

Oferecido por:
5 minutos min de leitura
User Experience, UX
12 de setembro de 2026 09H00
Uma experiência ruim não gera apenas insatisfação. Ela aumenta custos operacionais, compromete a reputação da marca, reduz receitas futuras e pode encerrar relacionamentos construídos ao longo de anos.

Tâmara Lira - CFO da Paschoalotto

Oferecido por:
4 minutos min de leitura
Gestão de pessoas & arquitetura de trabalho, Cultura organizacional
11 de setembro de 2026 14H00
Rotular profissionais como tóxicos pode encerrar uma conversa, mas raramente resolve o problema. Ao investigar como comportamentos se formam e se repetem nas organizações, o artigo convida líderes a substituírem julgamentos rápidos por diagnósticos mais profundos e eficazes.

Marta Ferreira

Oferecido por:
7 minutos min de leitura
Liderança, Inovação & estratégia
11 de setembro de 2026 08H00
Mais do que dominar ferramentas, o desafio da liderança passou a ser tomar decisões, engajar pessoas e construir crescimento em um ambiente de incerteza permanente.

Eduardo Raffaini - Sócio-líder de Soluções de Strategy da Deloitte

Oferecido por:
3 minutos min de leitura
Cultura organizacional
10 de setembro de 2026 18H00
Discordâncias fazem parte de qualquer equipe diversa, mas nem sempre encontram espaço para serem expressas. O verdadeiro risco para as organizações não está no excesso de conflitos, mas na ausência deles.

Cecília Seabra e Thaís Giuliani - Consultoras HSM e autoras do livro "O 'E' da questão

Oferecido por:
2 minutos min de leitura
Finanças, Estratégia
10 de setembro de 2026 12H00
Sua estratégia está no PowerPoint ou no orçamento? No trimestre em que o plano de 2027 ganha aprovação, uma disputa invisível acontece dentro das empresas. De um lado, a estratégia que promete transformação. Do outro, o orçamento que preserva as prioridades de sempre. Quase sempre, é a planilha que decide o vencedor.

Átila Persici Filho - CINO, professor de MBA e Pós-Tech na FIAP e Conselheiro de Inovação.

Oferecido por:
10 minutos min de leitura
Tecnologia & inteligencia artificial
10 de setembro de 2026 08H00
As declarações recentes dos líderes da OpenAI e da NVIDIA reacenderam uma das discussões mais importantes da era digital: a Inteligência Artificial Geral já é uma realidade? Ao conectar os avanços mais recentes da IA às previsões feitas por Ray Kurzweil décadas atrás, o artigo explora não apenas a evolução da tecnologia, mas também o desafio humano, organizacional e social de acompanhar uma transformação que pode estar acontecendo mais rápido do que imaginávamos.

Leandro Mattos- Expert em neurociência da Singularity Brazil e CEO da CogniSigns

Oferecido por:
16 minutos min de leitura
Liderança, ESG, Gestão de pessoas & arquitetura de trabalho
9 de setembro de 2026 14H00
Ao relatar uma experiência marcante durante sua recuperação de uma cirurgia, o autor provoca uma reflexão sobre um erro recorrente nas organizações: confiar mais naquilo que é visível do que na experiência de quem vive o problema. Quando líderes ignoram relatos e se apoiam apenas em protocolos e percepções, perdem informação, confiança e capacidade de tomar melhores decisões.

Djalma Scartezini - CEO da REIS, Sócio da Egalite e Embaixador do Comitê Paralímpico Brasileiro

Oferecido por:
4 minutos min de leitura
Gestão de pessoas & arquitetura de trabalho
9 de setembro de 2026 09H00
Os agentes de IA não pedem aumento, não tiram férias e não podem ser administrados como funcionários tradicionais. Como gerir colaboradores digitais que não seguem as regras tradicionais de contratação, supervisão e desligamento?

Bruno Padredi - Fundador e CEO da B2B Match

Oferecido por:
4 minutos min de leitura

Baixe agora mesmo a nossa nova edição!

Dossiê #174

Mobilização é o novo segredo da execução

Baixe agora mesmo a nossa nova edição!

Dossiê #174

Mobilização é o novo segredo da execução