Cultura organizacional, Estratégia
9 minutos min de leitura

Quando pessoas inteligentes discordam, o problema pode não ser a informação

Em reuniões de conselho, comitês executivos e equipes de alta gestão, é comum que profissionais experientes analisem os mesmos dados e cheguem a conclusões completamente diferentes. Nem sempre isso é sinal de desalinhamento ou falta de informação. Muitas vezes, a divergência revela algo mais profundo: critérios distintos para avaliar riscos, oportunidades, prioridades e sucesso.
Fundadora e CEO da AB-Global Connections, autora do livro “Inteligência Cultural: Desenvolvendo Competências Globais para o Sucesso Internacional”. Consultora e palestrante especializada em inteligência cultural e negociação global, é professora na Fundação Dom Cabral e poliglota fluente em seis idiomas.

Compartilhar:

Em setembro de 1984, Garry Kasparov e Anatoly Karpov sentaram-se frente a frente para disputar o título mundial de xadrez. Seria campeão quem vencesse seis partidas primeiro.

Quase cinco meses depois, 48 partidas haviam sido jogadas. Quarenta terminaram empatadas. E o match foi interrompido sem vencedor.

Figura 1. Kasparov e Karpov no Campeonato Mundial de Xadrez de 1985, a revanche após o match interrompido de 1984 (fonte: Wikipedia).


O mesmo tabuleiro. As mesmas regras. As mesmas informações sobre cada posição.

E, ainda assim, nenhum deles conseguiu transformar sua forma de jogar em uma superioridade conclusiva sobre o outro.

Nas empresas, raramente jogamos 48 partidas. Mas conhecemos bem essa sensação.

O conselho de administração estava reunido havia quase três horas. Na pauta, uma única decisão: entrar ou não, nos próximos doze meses, em um novo mercado na Ásia.

Todos haviam lido o mesmo material: estudo de mercado, projeções financeiras, análise regulatória.

Mesmo assim, a discussão não avançava.

O CEO defendia entrar rapidamente, antes que a janela de oportunidade se fechasse. Uma conselheira independente insistia que, sem parceiros locais legítimos, a empresa chegaria rápido, mas chegaria sozinha. O diretor jurídico concentrava-se no risco reputacional. O representante do acionista majoritário queria saber quanta liberdade a empresa perderia para mudar de rumo no futuro.

No final, o presidente do conselho fez o que muitos líderes fazem nesses momentos: pediu mais dados. A decisão ficaria para a reunião seguinte.

Parece prudente.

Mas e se o problema nunca tivesse sido a falta de informação?

No artigo anterior, discuti como organizações decidem o que enxergar. Este trata do passo seguinte: o que acontece quando todos já enxergam a mesma coisa e, ainda assim, discordam.

Nas organizações, a discordância costuma ser tratada como um sintoma. Sinal de que falta alinhamento, de que alguém não entendeu a estratégia, de que existe resistência à mudança.

A partir desse diagnóstico, as soluções parecem óbvias.

Mais dados.

Mais alinhamento.

Ou, quando nada disso funciona, mais autoridade.

Por trás dessas respostas existe uma premissa raramente questionada: a de que pessoas competentes, diante das mesmas informações, deveriam chegar às mesmas conclusões.

Em problemas simples, essa premissa funciona. Quando a pergunta tem uma resposta verificável, mais informação costuma aproximar posições.

Em problemas complexos, não.

Isso não é apenas uma intuição tirada do xadrez. Uma meta-análise publicada online em 2025 no Journal of Applied Psychology, por pesquisadores ligados à University of Illinois Chicago, à Hong Kong Polytechnic University e à London School of Economics, revisitou décadas de estudos sobre conflito em equipes. O resultado contraria a ideia popular de que divergir melhora automaticamente as decisões: em média, conflitos de tarefa, relacionamento, processo e status estão associados a desempenho inferior. Mas os pesquisadores encontraram também diferenças importantes entre contextos, explicadas em parte por fatores como a cultura nacional e as características das equipes. A divergência, portanto, não produz valor por si só. Sua relação com o desempenho varia conforme o contexto – o que torna ainda mais importante compreender a natureza do conflito antes de tentar administrá-lo.

Decisões como entrar em um novo mercado, conduzir uma fusão ou definir o ritmo de uma transformação envolvem incerteza, valores concorrentes e consequências que só se revelarão com o tempo. Nesses casos, mais informação nem sempre produz convergência. Às vezes, produz apenas argumentos mais sofisticados para as mesmas posições.

Foi o que aconteceu naquele match de 1984.

Kasparov valorizava iniciativa, dinamismo e pressão. Karpov tornou-se conhecido pelo controle posicional, pela precisão e pela capacidade de restringir progressivamente as opções do adversário.

A diferença não estava na informação disponível sobre o tabuleiro.

Estava nos critérios utilizados para avaliar uma posição.

O que para um representava a oportunidade de tomar a iniciativa, para o outro podia significar exposição desnecessária. Ambos podiam analisar corretamente a mesma posição e, ainda assim, preferir caminhos distintos.

Excelência não elimina a divergência. Muitas vezes, apenas torna mais sofisticados os critérios que a produzem.

O mesmo vale fora do tabuleiro. Ao assistir aos debates televisivos entre William F. Buckley Jr. e Gore Vidal, realizados durante as convenções presidenciais americanas de 1968 (recomendo fortemente assistir ao filme “Best of Enemies“), o que chama atenção não é a falta de preparo. Ambos dominavam os temas e argumentavam com brilho. Ainda assim, partiam de premissas tão diferentes sobre o que era desejável, legítimo ou ameaçador que muitas vezes pareciam responder a perguntas distintas.

Figura 2. William F. Buckley Jr. e Gore Vidal em 1968 (imagem do documentário “Best of Enemies”, 2015).


Se Kasparov e Karpov divergiam sobre como avaliar uma posição, Buckley e Vidal divergiam em uma camada mais profunda: a dos valores. E ali se vê também o risco. Quando os critérios e valores em conflito deixam de ser explicitados, aumenta o risco de que a discordância migre das ideias para as pessoas. Em um dos encontros, a divergência acabou ultrapassando as ideias e se transformou em ataque pessoal, ao vivo.

Nas organizações, muitas divergências funcionam da mesma maneira. Não por teimosia, mas porque as pessoas podem não estar discordando sobre aquilo que imaginam estar discordando.

Volte à sala do conselho.

À primeira vista, todos discutiam a mesma pergunta: devemos entrar nesse mercado agora?

Na verdade, cada conselheiro respondia a uma pergunta diferente.

O CEO perguntava: qual opção maximiza o retorno dentro da janela disponível?

A conselheira independente perguntava: qual opção nos dá legitimidade para operar ali de forma sustentável?

O diretor jurídico perguntava: qual opção reduz nossa exposição a riscos reputacionais e políticos?

O representante do acionista perguntava: qual opção preserva nossa liberdade de decidir de outra forma no futuro?

Todas são perguntas legítimas. Todas são perguntas estratégicas.

E nenhuma delas pode ser respondida apenas com mais dados, porque o desacordo não está nos dados. Está nos critérios usados para julgá-los.

Esse é um dos erros mais comuns na gestão de divergências: tratamos como desacordo sobre fatos aquilo que, na verdade, é um desacordo sobre critérios de sucesso.

É o que chamo de arquitetura do desacordo.

Toda divergência tem uma arquitetura. Às vezes, discordamos sobre fatos. Outras vezes, sobre previsões, prioridades, riscos ou valores. Enquanto tratamos todas essas diferenças como se fossem a mesma coisa, produzimos mais argumentos, não necessariamente melhores decisões. E cada lado conclui que o outro simplesmente não está enxergando o óbvio.

É aqui que a Inteligência Cultural oferece uma contribuição que costuma ser subestimada.

Normalmente, associamos cultura a comportamento: como as pessoas se cumprimentam, negociam, lidam com a hierarquia ou se posicionam em uma reunião.

Mas a cultura não determina apenas como nos comportamos. Ela também influencia os critérios pelos quais julgamos se uma decisão parece prudente, legítima, rápida, confiável ou arriscada.

Para quem se formou em um ambiente que valoriza velocidade e iniciativa, decidir rápido é sinal de competência. Para quem se formou em um ambiente onde relações de longo prazo sustentam os negócios, decidir rápido antes de construir confiança pode parecer imprudente, mesmo com os números a favor.

Para uns, um compromisso é firme quando está no contrato. Para outros, quando está na relação.

Para uns, o conflito aberto em uma reunião é sinal de seriedade intelectual. Para outros, é sinal de que o processo falhou antes de chegar à mesa.

Para uns, o maior risco é agir cedo demais. Para outros, é agir tarde demais.

Nenhum desses critérios é universal. Mas cada um deles parece universal para quem o utiliza.

A Inteligência Cultural começa quando percebemos que aquilo que chamamos de bom senso muitas vezes é apenas um critério cultural que deixou de parecer cultural para nós.

Ela não é apenas a capacidade de se adaptar a outras culturas. É a capacidade de reconhecer quais dos meus critérios de julgamento me parecem óbvios, mas não são óbvios para o outro. E de trabalhar com referenciais diferentes sem reduzir quem pensa diferente a erro, incompetência ou resistência.

Isso vale para conselhos formados por pessoas de diferentes países. Mas vale igualmente para a reunião entre finanças e operações, entre a matriz e a subsidiária, entre a geração que construiu a empresa e a que vai conduzi-la.

Na prática, isso muda a forma de conduzir uma divergência.

Antes de tentar resolvê-la, uma equipe precisa entender sua arquitetura. Cinco perguntas ajudam a revelá-la.

  • Em que exatamente estamos discordando?

Sobre fatos, previsões, prioridades, riscos ou valores? Dados podem resolver desacordos sobre fatos. Não resolvem, por si só, desacordos sobre prioridades.

  • Estamos usando os mesmos critérios de sucesso?

Se uma pessoa avalia a decisão pelo retorno em doze meses e outra pela posição da empresa em cinco anos, ambas podem estar certas. E a discussão não terminará enquanto essa diferença não for explicitada.

  • Qual risco cada um está tentando evitar?

Por trás de quase toda posição firme existe uma preocupação legítima. Nomear esse risco costuma ser mais produtivo do que atacar a posição.

  • O que cada parte considera evidência suficiente?

Para uns, um modelo financeiro robusto basta. Para outros, só a experiência de quem já operou naquele contexto convence. Sem esse acordo prévio, nenhuma prova convencerá ninguém.

  • Que dimensão do problema a visão do outro está revelando?

Talvez seja a pergunta mais importante. Ela desloca a conversa de “quem está certo” para “o que ainda não estamos vendo”.

Se o conselho da nossa história tivesse feito essas perguntas, talvez não precisasse de mais um estudo de mercado. Talvez descobrisse que a decisão não era entrar ou não entrar, mas como entrar de uma forma que respondesse, ao mesmo tempo, à urgência, à legitimidade, ao risco e à flexibilidade.

A divergência não seria eliminada. Seria aproveitada.

Existe uma pressão silenciosa, em muitas organizações, para produzir consenso rápido. O consenso transmite sensação de controle e de equipe alinhada.

Mas, em problemas complexos, o consenso rápido costuma ter um custo escondido. Muitas vezes, significa apenas que alguém desistiu de defender uma dimensão do problema que continuava relevante. E aquilo que é silenciado na sala de reunião raramente desaparece. Reaparece mais tarde, na execução, na forma de atrasos, resistências ou surpresas.

Isso não significa que toda discordância seja valiosa. Algumas são, de fato, ruído. Outras nascem de desinformação ou de disputas de poder. Decisões precisam ser tomadas, e nem todo impasse merece ser prolongado.

A vantagem não está em produzir consenso rápido.

Está em saber distinguir quando a divergência é ruído e quando ela contém informação útil.

Kasparov e Karpov nunca passaram a avaliar o tabuleiro da mesma maneira. Essa diferença foi parte do que tornou o confronto extraordinário.

O objetivo de uma boa decisão não é eliminar rapidamente a divergência. É descobrir o que ela está tentando revelar.

Quando pessoas inteligentes discordam, o problema nem sempre é a informação.

Às vezes, a discordância é a informação.

Compartilhar:

Fundadora e CEO da AB-Global Connections, autora do livro “Inteligência Cultural: Desenvolvendo Competências Globais para o Sucesso Internacional”. Consultora e palestrante especializada em inteligência cultural e negociação global, é professora na Fundação Dom Cabral e poliglota fluente em seis idiomas.

Artigos relacionados

Quando pessoas inteligentes discordam, o problema pode não ser a informação

Em reuniões de conselho, comitês executivos e equipes de alta gestão, é comum que profissionais experientes analisem os mesmos dados e cheguem a conclusões completamente diferentes. Nem sempre isso é sinal de desalinhamento ou falta de informação. Muitas vezes, a divergência revela algo mais profundo: critérios distintos para avaliar riscos, oportunidades, prioridades e sucesso.

2027 começa em outubro: o que os CEOs já estão decidindo agora

Embora o calendário ainda indique os últimos meses de 2026, as principais decisões que definirão o desempenho das empresas no próximo ciclo já estão sendo tomadas agora. A questão não é prever o que acontecerá em 2027, mas construir antecipadamente as capacidades que permitirão responder melhor ao que vier.

Plataformização da educação: 3 pontos para refletir antes de levar tecnologia para a sala de aula

Plataformas digitais e ferramentas de inteligência artificial estão chegando às salas de aula em ritmo acelerado. Mas a transformação educacional não depende apenas da disponibilidade de novas soluções. Ela exige clareza sobre os problemas que se pretende resolver, participação de quem vive o cotidiano escolar e condições reais para que a tecnologia faça sentido no processo de aprendizagem.

O que Guimarães Rosa pode ensinar sobre liderança na era da IA

Por trás de uma das obras mais inovadoras da literatura brasileira havia um método rigoroso de trabalho. A partir dessa provocação, o artigo discute por que organizações que desejam crescer de forma consistente precisam desenvolver algo que nenhuma tecnologia entrega pronta: critérios compartilhados, disciplina intelectual e capacidade coletiva de manter a qualidade em escala.

O caso Abril não foi uma crise da mídia. Foi uma crise de adaptação

Empresas raramente entram em declínio de forma repentina. Primeiro perdem capacidade de adaptação, depois relevância e, por fim, espaço para investir na própria transformação. A partir do caso Abril, o artigo analisa como decisões sobre inovação, sucessão, crescimento e alocação de recursos influenciam a capacidade de uma organização sobreviver em ciclos de disrupção cada vez mais rápidos.

Seu valor termina quando sua performance cai?

Uma promoção, uma nova função, um momento difícil ou uma fase de adaptação podem mudar temporariamente a performance de qualquer profissional. A questão é saber se as organizações conseguem enxergar essas oscilações como parte da trajetória humana ou se passam a avaliar pessoas apenas pelo resultado do momento.

Inovação & estratégia
1º de outubro de 2026 08H00
A tecnologia está mudando a forma como criamos, trabalhamos e tomamos decisões. Mas existe uma diferença fundamental entre processar informação e acumular vivência. O artigo propõe uma reflexão sobre pensamento crítico, criatividade e o papel das chamadas “power skills” em um cenário onde a inteligência artificial amplia capacidades, mas não substitui experiências humanas.

Carol Martins - CEO da SOAP

Oferecido por SOAP
3 minutos min de leitura
Estratégia e Execução
30 de setembro de 2026 14H00
Poucos elementos são tão perigosos quanto um sistema que parece funcionar bem o suficiente para não ser questionado. No universo das parcerias, resultados de curto prazo podem mascarar desalinhamentos estratégicos, limitações de escala e modelos que já não atendem às necessidades futuras da empresa.

Juliana Tubino - Cofundadora do Ecossistema Octo e coautora do best-seller Ecossistema de Parceiros: Método Octo.

6 minutos min de leitura
ESG
30 de setembro de 2026 08H00
Dados recentes mostram uma queda significativa na representação de grupos historicamente sub-representados na comunicação das empresas. Mais do que uma questão de imagem, a mudança reacende discussões sobre consistência, coragem institucional e a capacidade das marcas de sustentar seus valores quando eles deixam de ser consenso.

Dilma Campos - Copresidente da Mark Up

3 minutos min de leitura
Bem-estar & saúde, Cultura organizacional, Gestão de pessoas & arquitetura de trabalho
29 de setembro de 2026 14H00
Dois jovens iniciaram a carreira no mesmo programa de trainees, com formações semelhantes e perspectivas promissoras. Trinta anos depois, vivem realidades profissionais e financeiras muito diferentes. A partir dessa história, o artigo propõe uma reflexão sobre como empresas podem contribuir para trajetórias mais sustentáveis e equitativas ao longo de toda a vida.

Fran Winandy - CEO da Acalântis Services, Consultora, Palestrante e Professora nas áreas de Diversidade Geracional, Etarismo e Longevidade

10 minutos min de leitura
Inovação & estratégia, Gestão de pessoas & arquitetura de trabalho
29 de setembro de 2026 08H00
Enquanto algumas organizações reduzem contratações de profissionais em início de carreira graças aos ganhos de produtividade proporcionados pela inteligência artificial, outras fazem exatamente o oposto e ampliam seus programas de formação. O motivo é simples: toda vaga júnior eliminada hoje pode se transformar em uma escassez de profissionais experientes amanhã.

Marcelo Murilo - Co-Fundador e VP de Inovação e Tecnologia do Grupo Benner, Embaixador e membro do Senior Advisory Board do Instituto Capitalismo Consciente Brasil. Embaixador e Membro da Comissão ESG da Board Academy BR.

10 minutos min de leitura
Bem-estar & saúde, Gestão de pessoas & arquitetura de trabalho, Liderança
28 de setembro de 2026 14H00
Lideranças são constantemente cobradas a desenvolver equipes engajadas, seguras e resilientes. Mas o que acontece quando elas recebem a responsabilidade pela mudança sem tempo, recursos ou autonomia para promovê-la? Uma reflexão sobre o limite entre responsabilidade individual e responsabilidade organizacional.

Indira Leite - Consultora em Educação Corporativa e Mestre em Psicologia Organizacional, Especialista em Engajamento de Equipes.

5 minutos min de leitura
Inovação & estratégia, Tecnologia & inteligencia artificial
28 de setembro de 2026 08H00
Conversar com um assistente para resolver uma demanda parece simples para o usuário. Para as organizações, porém, isso exige uma transformação muito mais profunda: explicitar processos, organizar capacidades de negócio e construir uma arquitetura capaz de conectar intenção, decisão e execução de forma confiável. É nesse encontro entre inteligência artificial e arquitetura headless que surge uma nova lógica para o futuro das operações empresariais.

Ale Fu - Executiva de Tecnologia, Professora, Palestrante, além de coordenadora da Comissão de Estratégia e Inovação do IBGC e membro do Grupo de Trabalho de Inteligência Artificial da ABES

12 minutos min de leitura
Cultura organizacional
27 de setembro de 2026 14H00
O artigo mostra como o recuo estratégico do ego, a escuta hospitaleira e a responsabilidade pelo vínculo podem transformar relações em uma poderosa infraestrutura de alta performance.

Daniela Cais - Designer de Relações Profissionais, TEDx Speaker, Mentora de Comunicação para Carreiras e Negócios

6 minutos min de leitura
Diversidade, ESG, Gestão de pessoas
27 de setembro de 2026 08H00
Inovação não garante inclusão por si só. Para que a inteligência artificial amplie oportunidades para pessoas com deficiência, será necessário combinar tecnologia, governança, acessibilidade e mediação humana qualificada.

Carolina Ignarra - CEO da Talento Incluir

4 minutos min de leitura
Tecnologia & inteligencia artificial
26 de setembro de 2026 18H00
Mais do que uma questão tecnológica, o crescimento do Shadow AI evidencia a necessidade de fortalecer políticas internas, educação digital e governança para proteger um dos ativos mais valiosos das empresas: seus dados.

Adriano Pinhal - Superintendente de Inteligência Artificial da Mapfre

3 minutos min de leitura

Baixe agora mesmo a nossa nova edição!

Dossiê #174

Mobilização é o novo segredo da execução

Baixe agora mesmo a nossa nova edição!

Dossiê #174

Mobilização é o novo segredo da execução