Estratégia, Bem-estar & saúde, Gestão de pessoas & arquitetura de trabalho
11 minutos min de leitura
Oferecido por:

8000 definições de bem-estar e muito pouca ação: Porque estamos fazendo o mínimo necessário para atender a NR-1

Ao criticar abordagens superficiais e reativas, este artigo mostra por que cumprir a norma não basta - e como organizações precisam ir além do diagnóstico de risco para construir, de fato, ambientes que sustentem o florescimento humano.
Sócio da Mapa de Talentos, gestor da comunidade de aprendizagem Lider Academy e professor convidado em Masters de Liderança na Espanha e Mexico. Miguel é apaixonado e estudioso da Psicologia Positiva, convencido de que existe uma forma mais sustentável de fazer negócios e gerir empresas. No centro de sua atuação está a conexão de desafios estratégicos nas organizações com metodologias centradas nas pessoas. Com um Master Executivo em Liderança Positiva e Estratégia pelo IE - Instituto de Empresas - Madrid. Consultor implementando projetos de Identificação e Desenvolvimento de Talentos, formação e reestruturação de equipes através de Job Crafting, Team Crafting e mapeamento de Redes de Colaboração. Atendeu clientes de diferentes setores – financeiro, engenharia, indústria alimentícia, comércio, serviços e tecnologia.

Compartilhar:

A NR-1 entre em vigor oficialmente hoje, dia 26 de maio de 2026, e o alerta se intensificou desde 2024 quando os riscos psicossociais e saúde mental foram incluídos como pontos relevantes nas fiscalizações e autuações sobre saúde do trabalho.

Dois anos, com adiamento e muita discussão, e ainda assim muitos deixando para última hora a entrega do diagnóstico e plano de ação. E o pior, estamos tratando o problema de saúde mental nas organizações com medidas paliativas.

Vejo isso desde a escolha das escalas aplicadas até nas medidas proposta nos planos de ação.

Conformidade não é excelência, da mesma forma que ausência de doença não é saúde.

A premissa central é avaliar se o colaborador está exposto a situações de risco e não se está exposto a um ambiente, situações e relações que o fazem florescer.

No geral o foco está em identificar elementos que geram estresse em 3 dimensões:

Organização do trabalho: Incluindo carga horária, autonomia, e clareza de função (pouca ambiguidade)

Social: Liderança (estilo de gestão), assédio moral e sexual, isolamento.

Física: Relacionada ao ambiente e condições físicas de trabalho.

Não questiono as dimensões, mas estamos abordando-as com óculos de 30 anos atrás.

Olhando o trabalho como algo bastante transacional, herança ainda da era industrial, onde as definições de papéis e cargos eram mais rígidas, as estruturas mais verticais e hierárquicas. Não estamos medindo nem olhando como as pessoas se relacionam com o trabalho, ou seja, os aspectos de autoconhecimento, autogestão e autocuidado, que contribuem para o bem-estar no trabalho.

Os modelos também não consideram contextos de trabalho moderno como sobrecarga digital, ou fenômenos como o “always on” (estar sempre conectado).

Em resumo, estamos de modo geral lidando com metodologias antigas e estamos tratando as questões relacionadas a saúde mental no trabalho de forma crônica e não criando espaços de cura.


Atravessando o rio – Indo da margem da conformidade para a margem que leva as pessoas a excelência.

O termo Psicologia Positiva nasceu em 1954 em um comentário de Abraham Maslow  e se consolidou no artigo publicado por Seligman e Csikszentmihalyi Positive Psychology: An introduction na revista American Psychologist.

Ali se estabeleciam as bases para uma ciência que estudasse os aspectos positivos do comportamento humano. Óbvio que não é a única ciência que estuda o bem-estar, temos perspectivas vindas da neurociência, economia, sociologia etc.

Os estudos sérios globais com grande volume estatístico se multiplicaram. Vou citar alguns que sempre valem a leitura.

State of the Global Workplace da Gallup – Publicado desde 2009, medindo dimensões como engajamento, crescimento, raiva no trabalho, stress, solidão. O engajamento subiu desde o início da pesquisa e desde 2019 se mantem entre os 23% e 20%( 2026) . Temos 64% desengajados e 16% ativamente desengajados (são detratores ativos).

World Happiness Report – Com apoio da ONU e especialistas de diversos setores, o relatório se concentra em 6 pilares: PIB, Apoio Social, Esperança de vida saudável, Liberdade para tomar decisões, Generosidade, Percepção da corrupção. Ainda que o foco seja o nível de felicidade nos países, essas dimensões podem muito bem transcender o ambiente de trabalho. No último relatório o Brasil ficou em 34 no ranking global.

Global Flourishing Study – Estudo realizado com 207.000 participantes em 23 países. Acompanhando os mesmos indivíduos ao longo de 5 anos. Publicado em 2025 e com uma série de artigos publicado na revistanature que derivam de Papers publicados com base nestes dados. O estudo focou em 6 domínios que contribuem ao florescimento humano Felicidade e Satisfação com a vida, Saúde Física e Mental, Significado e Propósito, Caráter e Virtude, Relacionamentos sociais próximos, Estabilidade material e financeira. O Brasil chegou a 7.63 na escala de 0 a 10.

Os dados completos destes 2 últimos estudos estão abertos para quem quiser se aprofundar, ou publicar novos Papers com base neste dataset.  

Supondo que você tenha atravessado o outro lado do rio e já se convenceu que precisamos também olhar as dimensões que contribuem para gerar bem-estar nas pessoas. Agora você quer incluir isso nas suas métricas e planos de ação referentes a NR1.

Por onde começar?

Estamos mais conscientes, mas mais confusos também.

A área de bem-estar passa por um caos de definições e escalas, são mais de 8000 definições e 196 dimensões medidas.

Existe um trabalho incrível do pesquisador Reuben Reusk que fez um mapa de redes com 3696 termos diferentes conectando a um estudo no site openflourishing.org


Para quem adora o tema como eu, esse é um buraco de coelho sem fim, mas pouco prático na hora de implementar práticas de bem-estar nas organizações.


Ampliar a consciência não é mudar as circunstâncias:

O lado positivo – estamos mais conscientes, o lado negativo – a profusão de estudos, livros workshops e palestras sobre o tema não necessariamente mudam nossas circunstâncias.

Diante desta confusão de termos, escalas, metodologias e estudos, quais são os aspectos que deveríamos nos concentrar? Recentemente li um artigo do pesquisador Todd Kashdan, que achei genial, com muito bom humor ele questiona esse volume de 196 dimensões.

E se tentássemos combinar a correlação entre essas 196 dimensões, segue o comentário de Kashdan: “196 fatorial é o número de maneiras de organizar 196 itens em sequência. O número tem 366 dígitos. Para escala, há aproximadamente 10^80 átomos no universo observável.”

No artigo ele menciona um estudo incluindo 122 especialistas de 11 áreas diferentes publicado na revista Nature que buscou estabelecer uma taxonomia compartilhada.

Restaram 6 dimensões que tiveram 90% de consenso entre o grupo, comento quais são e como podemos considerar elas para promover bem-estar no trabalho.

1. Significado e propósito
Você possui uma missão clara na vida e está ativamente construindo momentos de significado e/ou perseguindo essa missão regularmente.

      Como aplicar no trabalho – Esta é dimensão que mais correlação tem com o engajamento segundo algumas pesquisas de até 0.63. Costumamos dizer aqui que o Significado é o coração do engajamento.

      Job Crafting – Redesenhar o trabalho para encontrar mais significado. Repensar quais desafios e tarefas estão alinhadas com meu potencial e interesses, pensar o que é significativo nas minhas relações e qual o impacto que quero gerar no trabalho.

      Na prática – Embutir a metodologia nas conversas one on one, na revisão de papéis nos times e nos próximos passos de carreira.

      A responsabilidade é compartilhada empresa e líderes devem ajudar a deixar claro desafios e contexto, dar as condições e recursos e as pessoas refletirem como podem e querem contribuir.

      Causas e Voluntariado – Que as pessoas consigam manifestar suas causas no trabalho. Seja em comitês de discussão sobre temas relacionados a ESG ou em ações de voluntariado. Um exemplo simples: Alguém do setor financeiro investir horas em educação financeira de trabalhadores em uma fábrica.

      2. Satisfação com a vida
      Esta é uma avaliação cognitiva da sua vida, analisando tudo com uma resposta que, no geral, fica mais próxima de aprovação do que negativa.

      Como aplicar no trabalho – Olhando o trabalho como uma das dimensões da vida existem alguns ponteiros que a empresa intencionalmente pode apoiar. Vou citar aqueles que geram mais impacto.

      Combater a sobrecarga de trabalho – A satisfação com a vida cai quando não há espaço e energia para viver fora do trabalho. Implementar políticas de “direito a desconexão” como dias sem reunião, normalizar bloqueios na agenda para trabalho focado, redefinir políticas de reunião e dar clareza de prioridades. Agora com a IA a automação, ou aceleração de atividades que não geram valor ou não sejam core.

      Promover Equidade – Quando as pessoas percebem transparência e justiça nas decisões se sentem mais satisfeitas. Colocar esse olhar em como tratamos remuneração, mérito, promoções e reconhecimento.

      Apoiar o colaborador em seu momento de vida – Quando as pessoas e suas necessidades têm visibilidade isso gera satisfação. Os benefícios ajustados ao momento de vida são um exemplo disto, o que é mais relevante para uma mãe, pode não ser para um colaborador 50+ ou um que esteja enfrentando um desafio de saúde importante.

      3. Autoaceitação
      Você pode olhar para si mesmo, incluindo as partes que considera subótimas, e apreciar quem você é e no que está se tornando.

      Como aplicar no trabalho – Um escopo amplo de como lidamos com o erro, com as diferenças e complementaridade entre as pessoas. Iniciativas de DEI também contribuem nesse sentido além das mencionadas abaixo.

      Identificar e desenvolver os pontos fortes únicos das pessoas – Durante muito tempo concentramos energia em consertar os gaps das pessoas e tentar levá-las ao perfil ideal. A nível individual fomos treinados a olhar o que falta e estabelecer um processo de comparação em níveis pouco saudáveis. Aqui, se trata de identificar e desenvolver as capacidades das pessoas colocando mais energia no que elas têm de melhor e com foco na complementaridade de forças entre os times. Colocar esse olhar na hora de escolher ferramentas de assessment, ações de desenvolvimento, desenhos de PDI e até distribuição de atividades.

      Estimular uma cultura de segurança psicológica –  Abrir espaço para a aceitação da falha e vulnerabilidade. Essa margem de tolerância ao erro é especialmente relevante quando queremos promover experimentação e inovação dentro de uma organização.

      4. Conexão
      Relações próximas e carinhosas com outros humanos. Quando você interage com alguém, sente-se visível e há uma disposição mútua para compartilhar mundos de alguma forma.

      Como aplicar no trabalho – A conexão pode vir seja resolvendo juntos desafios relacionados ao trabalho ou convivendo em grupos de afinidade em momentos de vida e interesses comuns.

      Comunidades de prática, projetos multidisciplinares e grupos de interesse – A ideia de comunidade de prática é algo relevante pois permite dar visibilidade a especialistas e a pessoas de diferentes cargos e unidades. Já vivi projetos muito interessantes na indústria e varejo onde o benchmark e compartilhamento de experiencias mexeu ponteiros de produtividade e rentabilidade.

      Projetos multidisciplinares são necessários e cada vez mais frequentes nas organizações. Jornada do cliente é um bom exemplo onde preciso envolver toda a organização.

      Grupos de interesse autogerenciados baseados em interesses ou habilidades transversais à hierarquia (exemplo: “Entusiastas de Inteligência Artificial”, “Mulheres na Liderança”, “Clube do Livro”, ou “Pais e Mães de Primeira Viagem”).

      Reconhecimento Peer-to-Peer (Entre pares): Plataformas ou canais no Slack/Teams onde colegas podem agradecer publicamente a ajuda uns dos outros. Isso reforça a sensação de ser visto e valorizado pela comunidade.

      Mapear as redes de colaboração – entender como funcionam as dinâmicas de colaboração usando ONA pode ajudar a quebrar silos, reconhecer pessoas que conectam as áreas ou estão gerando um impacto positivo e o que fazer com aquelas que estão isoladas.

      5. Autonomia
      Você sente que está no controle das suas próprias escolhas e das formas como se expressa.

      Job crafting de tarefas e relações: Permitir que os colaboradores, dentro de certos limites, remodelem como fazem o trabalho e com quem colaboram. Se o objetivo final de um projeto está claro, deixar que o colaborador escolha as ferramentas, o cronograma diário e as parcerias necessárias para entregá-lo.

      Eliminar o microgerenciamento: A liderança deve mudar o foco do controle de horas (input) para a avaliação de resultados (output). Dar autonomia significa dizer “Este é o problema que precisamos resolver; como você sugere que façamos isso?”, em vez de dar um passo a passo restrito.

      Orçamento de bem-estar flexível: Em vez de dar o mesmo benefício para todos (exemplo: todo mundo ganha mensalidade de academia), dê um valor mensal para que o funcionário exerça a autonomia de escolher o que é bem-estar para ele.

      6. Felicidade
      Humor positivo frequente e alegria. Esse é o elemento emocional agradável que se encaixa bem com o elemento cognitivo da satisfação com a vida.

      Celebração das pequenas vitórias:  Criar rituais para celebrar pequenas entregas, resoluções de problemas ou aniversários de tempo de casa.

      Momentos de descompressão (Mitigação de sobrecarga): Se a equipe está cronicamente sobrecarregada, tentar injetar “felicidade” em atividades “artificiais” pode gerar cinismo e raiva a chamada positividade tóxica.

      Imagine que ouvi de um participante de um teambuilding em um parque de diversões, que não via a hora de voltar para casa com a família, depois de uma semana de treinamento intensa. A relevância de saber quando e como criar esses momentos descontração é fundamental.

      Gamificação: O playful work design é um conceito que vem ganhando força é a ideia de gamificar atividades rotineiras, que sejam tediosas ou monótonas. (sempre e quando não exista a possibilidade automatizar essa atividade).

      Formações e eventos sobre autocuidado e bem-estar: De preferência de forma voluntária e opcional. Alguns terão mais interesse em nutrição, outros em atividade física, outros em mindfulness, outros em aspectos de autogestão. O ponto principal é combinar a ampliação de consciência com aspectos práticos que permitam os participantes incorporar novos hábitos.

      Para concluir quero deixar uma observação importante: o bem-estar no trabalho é uma responsabilidade compartilhada entre colaboradores (quando falamos de autocuidado e autogestão), líderes em fomentar o que existe de melhor nas pessoas, recursos humanos/áreas de saúde e bem-estar como guardiões dos programas e indicadores, C-Levels e CEOs como sponsors e exemplo.

      Fica claro que colocar o bem-estar no centro da estratégia é um mandato compartilhado entre todos e é a única forma de eliminar ou mitigar as causas raiz que geram os riscos psicossociais que estamos mapeando agora com a NR1.

      Compartilhar:

      Sócio da Mapa de Talentos, gestor da comunidade de aprendizagem Lider Academy e professor convidado em Masters de Liderança na Espanha e Mexico. Miguel é apaixonado e estudioso da Psicologia Positiva, convencido de que existe uma forma mais sustentável de fazer negócios e gerir empresas. No centro de sua atuação está a conexão de desafios estratégicos nas organizações com metodologias centradas nas pessoas. Com um Master Executivo em Liderança Positiva e Estratégia pelo IE - Instituto de Empresas - Madrid. Consultor implementando projetos de Identificação e Desenvolvimento de Talentos, formação e reestruturação de equipes através de Job Crafting, Team Crafting e mapeamento de Redes de Colaboração. Atendeu clientes de diferentes setores – financeiro, engenharia, indústria alimentícia, comércio, serviços e tecnologia.

      Artigos relacionados

      Reduzimos o analfabetismo. Agora precisamos evitar que os jovens abandonem a escola.

      Pela primeira vez, a taxa de analfabetismo entre brasileiros com 15 anos ou mais ficou abaixo de 5%. O avanço, porém, expõe uma nova urgência: milhares de jovens continuam deixando a escola para trabalhar. O desafio agora é construir caminhos que permitam estudar, gerar renda e desenvolver competências para um mercado de trabalho em rápida transformação.

      Entre o burnout, a felicidade e a IA: o que aprendemos no Mind Summit 2026

      Em sua primeira experiência em um grande evento de negócios, duas estudantes foram convidadas a refletir sobre temas que impactam diretamente a nova geração de profissionais. O resultado foi uma jornada de descobertas sobre bem-estar, propósito, trabalho e o papel das pessoas em um futuro cada vez mais tecnológico.

      O futuro da governança continua sendo humano

      Com a participação de nomes como Christopher Garman, Thomas Shannon, Sergio Rial, Jeane Tsutsui e Guilherme Horn, o Congresso IBGC 2026 propõe um debate sobre um dos temas mais relevantes da atualidade: como exercer liderança e governança em um mundo marcado por inteligência artificial, incertezas geopolíticas e mudanças cada vez mais rápidas, sem abrir mão das competências que permanecem essencialmente humanas.

      Crédito justo depende de informação, não apenas de regulação

      Investigações sobre práticas abusivas colocam em evidência a necessidade de repensar a relação entre instituições financeiras e consumidores. Em um ambiente marcado por inovação digital e alta demanda por crédito, a transparência deixa de ser apenas uma obrigação regulatória e passa a ser condição essencial para a sustentabilidade do setor.

      O conselho do Mind Summit 2026: mens sana in “corporate” sano

      Das reflexões de Amy Edmondson sobre segurança psicológica aos alertas de Michael Long sobre a economia da atenção, passando pelas provocações de Paul Goldsmith e Deepika Chopra, a última edição do Mind Summit revelou um ponto em comum: o futuro do trabalho dependerá menos da capacidade das máquinas e mais da nossa habilidade de preservar aquilo que nos torna humanos em meio à aceleração tecnológica.

      Vendas, Liderança
      17 de setembro de 2026 15H00
      Toda equipe de vendas convive com metas. O problema começa quando a pressão pelo resultado transforma forecast em interrogatório, cobrança em ansiedade e gestão em controle excessivo. A autora traz uma reflexão sobre como líderes podem influenciar a performance sem comprometer a confiança e a qualidade das decisões comerciais.

      Carol Manciola - CEO da Conectas e autora dos best sellers #BORA BATER META, Coragem e mais alguns Cês da Vida e do recém-lançado Vendas Movem o Mundo.

      Oferecido por:
      7 minutos min de leitura
      Marketing
      17 de setembro de 2026 13H00
      As principais lições para quem está entrando no mundo das buscas generativas e quer entender como marcas passam a ser encontradas, citadas e recomendadas pelas IAs

      Clayton Melo - Jornalista, estrategista de inovação, GEO PR, storytelling estratégico e comunicador de futuros. Tem MBA em Marketing pela FGV, Master em Foresight e Design de Futuros pela ESPM e formação em Leadership for the AI Age (MIT Professional Education) e Multimedia Storytelling pela University of the Arts London. É diretor de IA, Foresight e Inovação da GBR.

      Oferecido por:
      Direito, Regulação & Compliance
      17 de setembro de 2026 08H00
      Quando uma grande empresa entra em recuperação judicial, os impactos não ficam restritos ao seu balanço. Fornecedores deixam de receber, investimentos são adiados, empregos ficam ameaçados e a atividade econômica perde força, criando um efeito dominó que alcança empresas e consumidores em todo o país.

      João Alberto Graça - Advogado, consultor em Direito Tributário, Societário e Governança Corporativa, membro do Conselho de Contribuintes e Recursos Fiscais do Estado do Paraná

      Oferecido por:
      5 minutos min de leitura
      Liderança
      16 de setembro de 2026 18H00
      Ao observar a comunicação constante de um pequeno grupo de galinhas-d’angola, o autor encontrou uma metáfora surpreendente para um dos maiores desafios dos líderes: perceber, interpretar e responder aos sinais que as pessoas emitem antes que o silêncio, a desmotivação ou a ruptura se tornem irreversíveis.

      Carlos Eduardo de Barros - Fundador e CEO da Cogntion & Business Consultoria, conselheiro de empresas e consultor em estratégia, governança e liderança

      Oferecido por:
      12 minutos min de leitura
      Tecnologia & inteligencia artificial, Inovação & estratégia
      16 de setembro de 2026 14H00
      A área branca se tornou um ativo estratégico! Energia, refrigeração, distribuição elétrica e gestão térmica passaram a determinar quais infraestruturas conseguirão acompanhar a próxima geração da transformação digital.

      Felipe Vasco da Silva - Diretor de Aplicações Tecnológicas para a América Latina da Vertiv

      Oferecido por:
      4 minutos min de leitura
      Direito, Regulação & Compliance
      16 de setembro de 2026 08H00
      Em tempos de exposição digital permanente, o compartilhamento de fotos e informações de crianças nas redes sociais exige uma reflexão cada vez mais necessária: até que ponto registrar memórias é diferente de tornar a infância pública? O fenômeno do sharenting convida pais e responsáveis a repensarem os limites entre afeto, privacidade e responsabilidade no ambiente online.

      Ana Bia Medeiros - Líder em Educação na Kiddle Pass

      Oferecido por:
      4 minutos min de leitura
      User Experience, UX, Inovação & estratégia
      15 de setembro de 2026 14H00
      Mais conectado, informado e exigente, o consumidor de hoje compara sua experiência de hospedagem com os melhores serviços que encontra em qualquer setor. Em um mercado cada vez mais competitivo, o futuro dos hotéis dependerá da combinação entre inovação, eficiência e de pessoas que tenham a capacidade de criar experiências memoráveis

      Rodrigo Miluzzi - Diretor de Operações do Grupo Mabu

      Oferecido por:
      6 minutos min de leitura
      Inovação & estratégia
      15 de setembro de 2026 08H00
      A partir de uma conversa com Rogério Almeida, principal executivo do Cristália, este artigo discute como investimentos de longo prazo em pesquisa, tecnologia e capacidade produtiva podem contribuir para a construção de maior autonomia científica e industrial no Brasil.

      Rodrigo Magnago - CEO da RMagnago

      Oferecido por:
      23 minutos min de leitura
      Tecnologia e inovação, Estratégia
      14 de setembro de 2026 18H00
      A pergunta tem aparecido cada vez mais nas reuniões de orçamento. O desafio é que a resposta raramente está no código. Mais do que anunciar o fim do SaaS, a nova onda tecnológica está redefinindo onde o valor do software realmente está, quem o captura e quais capacidades as organizações escolherão desenvolver ou contratar.

      Ale Fu - Executiva de Tecnologia, Professora, Palestrante, além de coordenadora da Comissão de Estratégia e Inovação do IBGC e membro do Grupo de Trabalho de Inteligência Artificial da ABES

      Oferecido por:
      13 minutos min de leitura
      Gestão de pessoas & arquitetura de trabalho, Cultura organizacional
      14 de setembro de 2026 14H00
      Um erro pesa mais do que dez acertos! A ciência mostra que experiências negativas exercem um impacto desproporcional sobre nosso comportamento. Nas organizações, essa tendência pode fazer com que líderes se tornem especialistas em apontar falhas e deixem invisíveis os comportamentos que fortalecem resultados, aprendizado e colaboração.

      Valter Bahia Filho - Autor e consultor educacional de Neurociência e Comportamento, Psicologia Positiva, Comunicação, Artes e Gestão de Pessoas.

      Oferecido por:
      12 minutos min de leitura

      Baixe agora mesmo a nossa nova edição!

      Dossiê #174

      Mobilização é o novo segredo da execução

      Baixe agora mesmo a nossa nova edição!

      Dossiê #174

      Mobilização é o novo segredo da execução