Gestão de Pessoas
Oferecido por:

Além da liderança: o papel estratégico dos executivos C-level na era da automação

A automação cada vez mais faz parte de nosso cotidiano e a liderança precisa acompanhar este movimento: muito além da produção, muito além das lideranças que conhecemos.
CEO da Yank Solutions

Compartilhar:

No panorama empresarial contemporâneo, a automação de processos transcendeu o status de mera tendência, tornando-se uma necessidade premente para as empresas que almejam manter sua competitividade e agilidade em um ambiente empresarial em constante mutação. Este é um caminho sem retorno, e a relevância dessa abordagem só se fortalece com o passar do tempo.

De acordo com a pesquisa Zendesk CX Trends 2023, 62% das empresas entrevistadas aumentaram seus investimentos em automação de processos nos últimos 12 meses. Além disso, a Analytics Insight estima que até 2025, 80% das empresas adotarão automação inteligente. Esses números refletem não apenas uma tendência, mas uma mudança paradigmática na forma como as empresas conduzem seus negócios.

No entanto, investir em tecnologias de ponta não se resume simplesmente a adquiri-las e implementá-las dentro da empresa. É crucial adotar uma abordagem estratégica para entender como essas tecnologias funcionarão e os resultados que podem gerar para o negócio.

A presença e o engajamento ativo dos executivos C-level nas inovações em automação de processos são imperativos para o sucesso e a sustentabilidade das empresas no cenário atual. Esses líderes desempenham um papel crucial na definição da visão estratégica e dos objetivos de longo prazo da empresa, alinhando essas estratégias com as últimas tendências e tecnologias em automação.

Segundo a pesquisa “Transformação Digital e Líderes de Negócios”, realizada pelo instituto de pesquisa e big data Data-Makers em parceria com a agência de relações públicas CDN, onde 39% dos entrevistados são CEOs, 58% são C-Levels e 3% são representados por conselheiros, destes, 44% planejam aumentar o investimento em IA em 2024, enquanto 35% manterão o mesmo nível de investimento.

Ao compreenderem como a automação pode impulsionar a eficiência operacional, reduzir custos e melhorar a qualidade dos serviços, os executivos C-level podem incorporar esses elementos em suas estratégias corporativas, garantindo que a empresa esteja preparada para enfrentar os desafios do futuro. Além disso, esses líderes podem tomar decisões mais informadas e estratégicas, impulsionando o crescimento e a inovação.

Afinal, uma cultura organizacional que valorize e promova a inovação e a transformação digital é essencial para que uma empresa possa prosperar em um ambiente de constante mudança. Os executivos C-level atuam como líderes nesse processo, inspirando e motivando toda a equipe a abraçar a mudança e buscar continuamente maneiras de melhorar e otimizar as operações da empresa.

# Presente e futuro devem estar conectados
Estar atualizado nas inovações em automação de processos permite que os executivos C-level identifiquem novas oportunidades de negócios, antecipem as necessidades dos clientes e respondam proativamente às tendências emergentes do mercado. Além disso, esses líderes podem estabelecer parcerias estratégicas com fornecedores e empresas de tecnologia, desenvolvendo soluções personalizadas que impulsionem a inovação e o crescimento da empresa.

No entanto, a pesquisa aponta que embora 56% dos líderes considerem a inteligência artificial extremamente importante para os negócios, apenas 24% planejam investir em automação de processos para atendimento ao consumidor. Isso sugere uma lacuna entre a percepção da importância da tecnologia e sua implementação prática nas estratégias empresariais.

Em um mercado cada vez mais dinâmico, os executivos C-level compreendem a importância de se manterem alinhados com as demandas atuais e futuras. Portanto, quase metade dos líderes planeja aumentar o investimento em inteligência artificial nos próximos meses, vislumbrando oportunidades de automação de processos, apoio à tomada de decisões, desenvolvimento de novos produtos, marketing e vendas e atendimento ao consumidor.

Esse panorama destaca a crescente conscientização dos líderes empresariais sobre a urgência de adotar uma abordagem estratégica na implementação da automação de processos para garantir sua competitividade no mercado. Ao reconhecerem o valor dessa tecnologia e seu potencial para impulsionar o crescimento e a inovação, os executivos C-level estão estrategicamente posicionando suas empresas para o sucesso tanto no presente quanto no futuro.

Compartilhar:

Artigos relacionados

O futuro da governança continua sendo humano

Com a participação de nomes como Christopher Garman, Thomas Shannon, Sergio Rial, Jeane Tsutsui e Guilherme Horn, o Congresso IBGC 2026 propõe um debate sobre um dos temas mais relevantes da atualidade: como exercer liderança e governança em um mundo marcado por inteligência artificial, incertezas geopolíticas e mudanças cada vez mais rápidas, sem abrir mão das competências que permanecem essencialmente humanas.

Crédito justo depende de informação, não apenas de regulação

Investigações sobre práticas abusivas colocam em evidência a necessidade de repensar a relação entre instituições financeiras e consumidores. Em um ambiente marcado por inovação digital e alta demanda por crédito, a transparência deixa de ser apenas uma obrigação regulatória e passa a ser condição essencial para a sustentabilidade do setor.

O conselho do Mind Summit 2026: mens sana in “corporate” sano

Das reflexões de Amy Edmondson sobre segurança psicológica aos alertas de Michael Long sobre a economia da atenção, passando pelas provocações de Paul Goldsmith e Deepika Chopra, a última edição do Mind Summit revelou um ponto em comum: o futuro do trabalho dependerá menos da capacidade das máquinas e mais da nossa habilidade de preservar aquilo que nos torna humanos em meio à aceleração tecnológica.

Preservar a empresa ou a aparência? Recuperação Judicial não é atestado de fracasso

Enquanto grupos como Casas Bahia, Americanas e Braskem recorrem abertamente a processos de reestruturação para preservar suas operações, muitos empresários de médio porte ainda enxergam a Recuperação Judicial como um sinal de fracasso. O artigo questiona essa percepção e mostra por que, em muitos casos, o verdadeiro risco não está na recuperação em si, mas em esperar tempo demais para enfrentar a crise.

Nunca soubemos tanto sobre o cliente. Nunca foi tão difícil compreendê-lo.

As empresas acumulam volumes crescentes de dados, tecnologias e ferramentas para entender o consumidor. Ainda assim, muitos clientes continuam sentindo que não são realmente compreendidos. Nesse cenário, o papel do marketing evolui: deixa de ser apenas uma função de comunicação para se tornar um elo estratégico comportamento, experiência e crescimento do negócio.

A longevidade está criando o próximo grande mercado

O crescimento da população acima dos 60 anos está alterando padrões de consumo, comportamento e bem-estar em velocidade crescente. Para as empresas, o desafio não é criar soluções para idosos, mas compreender como a própria noção de envelhecimento está mudando e quais oportunidades surgem a partir dessa nova realidade.

Marketing & growth
4 de setembro de 2026 08H00
As plataformas digitais premiam velocidade, engajamento e adaptação constante. As marcas, por outro lado, dependem de consistência, memória e diferenciação para gerar valor no longo prazo. O artigo explora o conflito entre essas duas lógicas e analisa como algoritmos e inteligência artificial estão influenciando a forma como as organizações constroem relevância e identidade.

Juliana Bezerra - Líder de conteúdo na DEA Design

Oferecido por:
4 minutos min de leitura
Empreendedorismo, Direito, Regulação & Compliance
3 de setembro de 2026 18H00
A entrada em vigor do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia inaugura um novo cenário para as redes de franquias brasileiras. Com redução gradual de tarifas, acesso mais facilitado a tecnologias e insumos, além da possibilidade de expansão para novos mercados, o franchising passa a enxergar na internacionalização uma oportunidade concreta de crescimento. Ao mesmo tempo, a chegada de concorrentes europeus exigirá das marcas nacionais mais inovação, eficiência e capacidade de adaptação para competir em um ambiente cada vez mais globalizado.

Camila Nicolau - Advogada especialista em Direito Empresarial e Contratual

Oferecido por:
4 minutos min de leitura
Empreendedorismo, Marketing & growth
3 de setembro de 2026 14H00
Dois terços das edtechs brasileiras nunca receberam investimento externo. Ainda assim, muitas já superaram a fase inicial, conquistaram clientes e validaram seus modelos de negócio. O artigo propõe uma reflexão sobre como a escassez de capital ajudou a formar startups mais resilientes e eficientes, ao mesmo tempo em que levanta uma questão estratégica para o próximo ciclo do setor: como transformar capacidade de sobrevivência em escala, internacionalização e crescimento sustentável.

Claudia Schulz - CEO da ABStartups

Oferecido por:
4 minutos min de leitura
Inovação & estratégia
3 de setembro de 2026 08H00
O artigo mostra por que a pergunta mais importante já não é qual solução de IA adotar, mas quem está definindo os limites, os objetivos e as regras de uso dessa tecnologia dentro da organização.

Erick Rezende - Diretor de Delivery na Cognitivo AI

Oferecido por:
5 minutos min de leitura
Gestão de pessoas & arquitetura de trabalho, ESG
2 de setembro de 2026 14H00
À medida que a população envelhece, cresce a necessidade de repensar o papel da experiência nas organizações e na sociedade. Tomando o comportamento do eleitor 70+ como ponto de partida, o artigo questiona o que faz alguém continuar contribuindo quando já não é obrigado a fazê-lo e por que essa pode ser uma das perguntas mais importantes para empresas que desejam se preparar para a era da longevidade.

Fran Winandy - CEO da Acalântis Services

Oferecido por:
6 minutos min de leitura
User Experience, UX, Marketing & growth
2 de setembro de 2026 08H00
O artigo mostra por que a Connected TV se tornou uma peça central na economia da atenção. Em um cenário de audiências fragmentadas, a combinação entre conteúdo de alta qualidade, segmentação baseada em dados e métricas avançadas transforma a televisão conectada em um dos ambientes mais estratégicos para marcas que buscam equilibrar alcance, relevância e performance.

Bruno Almeida - CEO da US Media

Oferecido por:
4 minutos min de leitura
Gestão de pessoas & arquitetura de trabalho, Inovação & estratégia
1º de setembro de 2026 15H00
Em momentos de retração econômica, cortar custos costuma ser uma resposta imediata. O problema é que algumas das perdas mais importantes não aparecem nas planilhas. Conhecimento acumulado, confiança, experiência e capacidade de inovação formam um patrimônio invisível que pode levar anos para ser reconstruído.

Rennan Vilar - Diretor de Pessoas e Cultura do Grupo TODOS Internacional

Oferecido por:
4 minutos min de leitura
Inovação & estratégia
1º de setembro de 2026 08H00
O artigo utiliza a clássica fábula dos três porquinhos para mostrar por que organizações que apostam apenas em estruturas robustas, sem capacidade de adaptação, podem se tornar mais vulneráveis justamente quando o ambiente exige flexibilidade e aprendizado contínuo.

Thierry Cintra Marcondes - Conselheiro, Influenciador e Professor

Oferecido por:
10 minutos min de leitura
Gestão de pessoas & arquitetura de trabalho
31 de agosto de 2026 20H00
Plataformas de saúde, apoio emocional e programas de qualidade de vida nunca foram tão comuns nas organizações. Ainda assim, muitos colaboradores afirmam não ter tempo para utilizá-los. O artigo propõe uma reflexão sobre a distância entre acesso e uso efetivo, mostrando por que a próxima evolução do bem-estar corporativo depende menos de novos benefícios e mais de mudanças na cultura, na liderança e na gestão do tempo.

Felipe Calbucci - CEO Latam TotalPass

Oferecido por:
5 minutos min de leitura
Gestão de pessoas & arquitetura de trabalho
31 de agosto de 2026 18H00
A sua próxima contratação pode já estar dentro da empresa. Dados mostram que muitos profissionais deixam suas organizações não por falta de oportunidades no mercado, mas por não enxergarem caminhos de crescimento internamente. O artigo discute por que iniciativas como marketplaces de talentos, projetos multidisciplinares, gig assignments e conversas estruturadas de carreira são fundamentais para revelar potencial, ampliar a mobilidade interna e transformar talentos já existentes em uma vantagem competitiva para o negócio.

Miguel Nisembaum - Sócio da Mapa de Talentos, gestor da comunidade de aprendizagem Lider Academy e professor

Oferecido por:
10 minutos min de leitura

Baixe agora mesmo a nossa nova edição!

Dossiê #174

Mobilização é o novo segredo da execução

Baixe agora mesmo a nossa nova edição!

Dossiê #174

Mobilização é o novo segredo da execução