Melhores para o Brasil 2022

Melhores para o Brasil – 2022

Realizada pela Humanizadas, a pesquisa Melhores para o Brasil 2022 reconhece as empresas nacionais que se destacam em diversos atributos, como a ética e também transparência e sustentabilidade
Maria Clara Lopes é colaboradora da revista HSM Management.

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Qual foi a última vez que você desconfiou de alguém no trabalho? De um colega, chefe, cliente, fornecedor? Infelizmente, é provável que responda “ontem”. Ou até “hoje”. A falta de confiança é um problema no Brasil. E, do ponto de vista da economia, um problema bem sério, já que países com baixos índices de confiança têm baixa renda per capita. Daí a importância de as empresas começarem a se avaliar segundo a confiança que inspiram em seus diversos stakeholders. É disso que se trata a pesquisa Melhores para o Brasil, produzida pela Humanizadas e publicada com exclusividade por __HSM Management__. Em sua edição 2022, 300 empresas foram analisadas por vários stakeholders.

“Na América Latina – Brasil inclusive –, a questão é crucial para a retomada do desenvolvimento, sobretudo no cenário pós-pandêmico”, acredita Pedro Paro, CEO da Humanizadas e coordenador da pesquisa.

Existem vários indicadores para o impacto da confiança na economia. Paro lembra que um [estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID)](https://publications.iadb.org/publications/portuguese/document/Confianca-A-chave-para-a-coesao-social-e-o-crescimento-na-America-Latina-e-Caribe.pdf), publicado no início de 2022, mostrou que os cidadãos correlacionam a confiança a questões econômicas como baixa produtividade, menor capacidade de inovação e ambiente menos favorável aos negócios.

“Existe uma necessidade global de resgate de confiança nas diferentes camadas da sociedade, integrando ao máximo as diferentes partes”, avalia ele, que acredita que as organizações e suas lideranças têm um forte papel nesse processo. “O Fórum Econômico Mundial alerta sistematicamente as lideranças empresariais e governamentais globais para a urgência de se colocar em prática o capitalismo de stakeholders como forma de avançar nas pautas ESG”, lembra.

Para a população, as empresas fazem parte desse contexto. O [estudo Trust Barometer 2022](https://www.edelman.com.br/estudos), do Instituto Edelman, mostra que nove em cada dez cidadãos brasileiros esperam que as lideranças – e suas organizações – tenham uma atitude mais consciente, ética, transparente e sustentável. Traduzindo: a maioria da população brasileira tem a expectativa de que as organizações vão além de gerar lucro para seus acionistas, enxergando e incluindo colaboradores, comunidades locais, elos da cadeia produtiva, investidores, consumidores e todas as pessoas interessadas no sucesso da organização e nos seus resultados.

## Nova economia
A desconfiança dos cidadãos em relação às instituições brasileiras tem gerado um círculo vicioso nos negócios. “O Brasil acumula anos de baixo crescimento econômico. É considerado um dos piores países para se fazer negócios no mundo, e a desconfiança da população é reflexo da lentidão para resolver décadas de problemas econômicos, sociais e ambientais”, avalia Paro.

Esse ciclo acaba gerando perda de produtividade, de potencial humano e de capacidade de inovação das organizações, prejuízos que podem ser traduzidos em números.

Segundo os dados coletados pela empresa Humanizadas compilados em 2022, há redução de 47% na avaliação das lideranças, de acordo com a perspectiva de conselheiros, executivos e colaboradores; as organizações obtêm resultados 29% piores em termos de cultura e ambiente de diversidade; registra-se uma redução de 40% na capacidade de desenvolvimento humano, de 51% na percepção de liberdade de expressão, de 33% na segurança psicológica e de 49% na autonomia para tomada de decisão. Consequentemente, há uma redução de 48% no dado de capacidade de inovação e melhoria.

Em contrapartida, o movimento das pessoas investirem, trabalharem e comprarem produtos e serviços de instituições em que confiam está levando à ascensão de uma “nova economia”, que apresenta características diferentes da “velha”, segundo Paro. “Não basta apenas produzir bons produtos e serviços. É necessário ser uma boa instituição para todas as partes interessadas no sucesso do negócio”, sintetiza o CEO da Humanizadas.

Em sua visão, é recomendável que as organizações tenham dados confiáveis e isentos para nortear uma tomada de decisão mais consciente. “Enxergar essas evidências é essencialmente estratégico a todos os negócios – não importa o tamanho, a região na qual atua ou o segmento. Todas as organizações, de maneira consciente ou não, são impactadas por seus stakeholders. Eles é quem decidem em qual organização desejam investir, trabalhar ou comprar”.

__[Leia mais: Instituições financeiras reconhecidas vão além da agenda ESG](https://www.revistahsm.com.br/post/instituicoes-financeiras-reconhecidas-vao-alem-da-agenda-esg)__

## Novos paradigmas

Quando a sociedade perde a confiança nas instituições, os impactos para as organizações são enormes. Diversas instituições em âmbito global reagem, expandindo os valores e práticas do “capitalismo de stakeholders”, que pressupõem profunda mudança de paradigma nos negócios. As principais diferenças entre os modelos podem ser vistas no quadro ao lado. (Fonte: Humanizadas)

| DIMENSÃO                                          | VELHA ECONOMIA                                          | NOVA ECONOMIA                       |
|————|———————-|——————————-|
| Pensamento | Egocêntrico | Ecocêntrico |
| Crença | Escassez | Escassez e abundância |
| Olhar | Curto prazo | Curto e longo prazos |
| Foco | Acionistas | Stakeholders |
| Objetivo | Resultado financeiro | Impacto gerado |
| Medida | Lucro e vendas | Econômico, social e ambiental |
| Relações | Ganha – perde | Ganha – ganha – ganha |

## Benefícios da nova economia
__O avanço na jornada evolutiva gera benefícios e retorno em diferentes dimensões__

Construir relações de confiança com múltiplos stakeholders gera uma série de benefícios nas relações organizacionais.

As melhores para o Brasil possuem confiança nas relações 105% superior à média do mercado brasileiro.

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## Ganho de confiança: 105%
É exatamente para fornecer informações confiáveis que a Humanizadas faz a pesquisa. Nos últimos dois anos, o estudo abrangeu mais de 400 organizações no Brasil dos mais diferentes portes. “Buscamos avaliar e reconhecer as organizações que se destacam na percepção dos respectivos stakeholders: clientes, lideranças, conselheiros, colaboradores, investidores, parceiros, meio ambiente, comunidades, familiares e sociedade em geral”, explica Paro.

Na edição de 2022, esse grupo consistiu de um total de 86.553 pessoas ouvidas, que representam todas as partes interessadas no sucesso dos negócios. Praticamente o dobro do total de participantes de 2021.

Seguindo rigorosa metodologia científica, as informações obtidas geram diversos insights sobre essa nova economia, e também o Rating Humanizadas, que tem como objetivo demonstrar em qual estágio da jornada evolutiva cada organização se encontra. Confira abaixo:

![Significado dos ratings](//images.ctfassets.net/ucp6tw9r5u7d/3LZ74MsVa9van2bwlK02wt/28135300f42152c3e7d9de8646f069f4/QR_Code_Tabela.jpg)

“Ele é calculado a partir de algoritmos complexos, que sintetizam a percepção dos diferentes stakeholders e expressam a qualidade das relações que a organização nutre com seus públicos”, conta Paro. “A evolução de uma empresa no rating expressa o desenvolvimento humano e organizacional em múltiplos aspectos, refletindo sobre conceitos como transparência, ética, diversidade, inovação e sustentabilidade.”

Essas evidências indicam que a elevação dos ratings tem correlação com um círculo virtuoso, gerando resultados positivos em diferentes indicadores organizacionais. O que significa ganhos de confiança nas relações (105% superior); performance ESG (76% superior); experiência dos clientes (48% superior); bem-estar dos colaboradores (116% superior); ambiente com inclusão e diversidade (40% maior); reputação da marca (44% superior); e performance financeira 4,5 vezes superior no médio e longo prazos.

__[Leia mais: Reciprocidade está no DNA da Jacto](https://www.revistahsm.com.br/post/reciprocidade-esta-no-dna-da-jacto)__

## Retratos da pesquisa
Os dados da edição 2022 da pesquisa mostram um retrato ainda desigual, tanto do ponto de vista do perfil dos stakeholders quanto do das empresas. “É importante ressaltar que a pesquisa reforça seu caráter isento ao optar por não trabalhar com dados autodeclarados, uma prática comum nas avaliações ESG presentes no mercado”, diz Paro.

Considerando o universo total de participantes do estudo, os dados comprovam que ainda é preciso avançar nas questões de diversidade, equidade e inclusão (DEI) no cenário de negócios do Brasil. A relação entre gêneros é a mais próxima da representatividade da população, mesmo que se perceba um pequeno desnível no número de mulheres (48,4%) em relação aos homens (50,7%). Apenas 0,9% escolheram a opção “Outros/Prefiro não declarar”. Já nos demais fatores de DEI, o desequilíbrio é maior. A identidade sexual é predominantemente heterossexual (86,8%), com presença de homossexuais (5,1%), bissexuais (4,2%) e assexuais (0,4%). Os brancos ainda representam a maioria dos entrevistados (58,4%), seguidos por pardos (27,6%), negros (9,3%) e amarelos (2,6%). Indígenas representam 0,4% do total, e o item “Outros/Prefiro não declarar” teve 1,7% das respostas.

__[Leia mais: Geração de valor compartilhado no segmento de mobilidade](https://www.revistahsm.com.br/post/geracao-de-valor-compartilhado-no-segmento-de-mobilidade)__

“Quando olhamos para a faixa etária, é possível notar que 61,7% possuem menos de 39 anos. Ou seja, a maioria dos respondentes ou são millenials, nascidos a partir de 1980, ou geração Z, nascidos a partir de 1995”, comenta Paro. “Isso significa que, mesmo na pesquisa Humanizadas, já se encontra um viés forte de valores, demandas e necessidades das novas gerações no dia a dia dos negócios”, avalia.

Na prática, para ele, isso se reflete tanto na gestão – como as empresas vão atrair e reter os melhores talentos, por exemplo –, quanto nos hábitos de consumo, o que afeta a forma de as organizações pensarem e planejarem a experiência e a oferta de valor para seus clientes. Influencia inclusive os investimentos nas empresas.

“A própria B3 tem um olhar diferente para as novas gerações, que já tem alta relevância em termos de investimento no mercado de ações aqui no Brasil”, observa. “As novas gerações estão incorporando seus valores quando demandam mudanças. Há um significado de trabalho e de consumo diferentes daquilo que estamos acostumados. E essa mudança, para a Humanizadas, é um dos principais pontos de inflexão da transição para uma nova eco nomia.”

__[Leia mais: Foco em tecnologia, pessoas e ambiente](https://www.revistahsm.com.br/post/foco-em-tecnologia-pessoas-e-ambiente)__

## Ciclo Virtuoso
Os dados da Humanizadas permitem notar uma correlação entre cinco princípios (em ordem): o propósito maior; a estratégia de valor compartilhado; a cultura consciente; a capacidade de aprendizado e mudança; e a liderança consciente.
“Se as empresas trabalharem esses princípios com todos os stakeholders, elas consequentemente melhorarão a sua reputação de marca e a sua performance ESG, serão mais éticas e transparentes, trabalharão o bem-estar nas várias relações e serão mais diversas e inclusivas. Aumentando, também, sua capacidade de inovação”, analisa Pedro Paro.

É o que mostram os insights da edição 2022 da Melhores para o Brasil: organizações que estão comprometidas com uma nova economia, compartilhando características como ouvir feedbacks, solucionar problemas reais e gerar valor superior para todas as partes interessadas. “São empresas que costumam transformar problemas sociais, ambientais e culturais em grandes oportunidades de negócio, gerando inovação”, avalia Paro.

A transição para a nova economia é, para o coordenador da pesquisa, uma jornada do ego para o eco, evoluindo de cuidar das necessidades de sobrevivência mais básicas da organização para reconhecer, compreender e buscar a geração de impacto positivo na vida das pessoas e no planeta, equilibrando lucratividade e propósito.

De forma geral, as empresas estão vivenciando suas jornadas de escalada de consciência, como se estivessem subindo uma montanha, cada uma seguindo seu ritmo. “Todas estão em alguma etapa desse percurso, algumas mais acima, outras na base, e outras descendo alguns passos para tentar outro caminho. Não há como pular uma etapa ou como pegar um atalho”, explica. “Primeiro é preciso entender qual seu estágio de maturidade para depois decidir como dar um próximo passo seguro e evoluir de maneira mais consciente”.

__[Leia mais: PMEs alinham estratégia e propósito](https://www.revistahsm.com.br/post/pmes-alinham-estrategia-e-proposito)__

A pressão que os diferentes stakeholders estão fazendo sobre as empresas de certa forma faz com que todas elas – consciente ou inconscientemente – estejam nessa trilha de evolução. Os dados da Humanizadas mostram que há uma distância muito grande entre as Melhores para o Brasil e a média do mercado brasileiro, o que não significa que essa diferença não possa diminuir. “Não existem empresas perfeitas”, afirma Paro. “O que diferencia as Melhores para o Brasil é a sua abertura e a coragem de ouvir os stakeholders, reconhecer problemas e oportunidades de melhoria na qualidade das relações”.

Contraste explícito
Dados apontam impacto das melhores para o brasil

Os oito insights abaixo mostram a diferença que existe entre as empresas com rating de consciência mais elevado e a média do mercado nacional.

Alinhamento de valores 1,7 X maior
Nas empresas Melhores para o Brasil, a percepção de alinhamento dos stakeholders com o propósito e os valores organizacionais é maior do que a média do mercado brasileiro. É um dos seus pontos fortes, pois as pessoas se sentem motivadas a trabalhar nessas empresas quando notam o alinhamento com seus valores e propósito pessoais.

2,7 x mais comprometimento com inclusão e empoderamento
Em suas relações entre áreas, entre colaboradores e liderados, entre colaboradores e clientes, e com investidores, as Melhores para o Brasil apresentam mais comprometimento com a inclusão e o empoderamento do que a média brasileira. “Os stakeholders percebem que há compromisso em gerar um ambiente onde as pessoas se sintam aceitas da forma como elas são”, explica o CEO da Humanizadas.

1,6 x maior integração da sustentabilidade à estratégia de negócio
A presença de princípios de sustentabilidade (econômica, social e ambiental) nos objetivos estratégicos das Melhores para o Brasil é 1,6 vezes mais presente do que na média nacional. “Visão de futuro, missão, valores e objetivos de negócio olham para a sustentabilidade de forma mais ampla e no médio e longo prazos”, ressalta Paro.

2,4 x mais espaço para expressar o potencial humano
As Melhores para o Brasil também criam um ambiente de trabalho mais favorável, aberto e com mais liberdade, o que favorece que as pessoas expressem quem realmente são em uma escala 2,4 vezes maior do que a média do mercado brasileiro. “Ampliar o potencial humano da organização significa maior engajamento, melhor índice de bem-estar, resolver mais problemas dos clientes e da sociedade, inovar mais, ter ambientes de maior confiança, engajamento e desenvolvimento”, enumera.

1,8 x maior flexibilidade no design organizacional
As estruturas e design organizacional, considerando inclusive sistemas e processos, das Melhores para o Brasil são 1,8 vezes mais flexíveis do que a média nacional. “São empresas que tendem a adotar mais conceitos de lógica de rede na conexão entre as áreas. Usam conceitos de gestão ágil e, em alguns casos, círculos autogerenciáveis em algumas áreas”, comenta Paro.

1,5 X maior orientação para o desenvolvimento integral
As Melhores para o Brasil entendem treinamento e desenvolvimento de uma perspectiva integral, numa proporção 1,5 vezes maior do que a média das empresas brasileiras. Isso significa olhar para aspectos técnicos, comportamentais e emocionais. “É um desenvolvimento vertical e horizontal. No vertical, atua-se na consciência, no estágio de maturidade. E, no horizontal, nas competências e nos conhecimentos necessários.”

1,9 x mais liberdade e autonomia para execução de mudanças
Nas Melhores para o Brasil, a presença de ambientes de liberdade e autonomia que favorecem a proposta e a execução de mudanças é 1,9 vezes maior do que a média nacional. Segundo Paro, isso é resultado de vários fatores. “Ter um espaço com mais inclusão e diversidade, maior alinhamento de valores, maior flexibilidade da estrutura, buscar ampliar o potencial humano proporcionam maior confiança nas relações.”

2,6 X mais lideranças orientadas ao eco (e não ao ego)
As lideranças das Melhores para o Brasil estão 2,6 vezes mais comprometidas com o ecossistema, estando a serviço de pessoas, sociedade e do planeta “mais até do que de si próprias”, explica Paro. “Na média do mercado brasileiro, vemos lideranças mais orientadas a necessidades ‘egóicas’, de sobrevivência, um olhar mais de curto prazo e não de um desenvolvimento de relações de médio e longo prazos.”

As melhores para o Brasil 2022
Veja a lista completa das empresas do rating da humanizadas

As tabelas a seguir reúnem o rating da edição 2022 da pesquisa Melhores para o Brasil, realizada pela Humanizadas. Divididas por volume de colaboradores, as empresas foram relacionadas em ordem alfabética, evitando que a lista seja lida como um ranking.
Na edição de 2022, participaram 300 instituições brasileiras, submetidas à avaliação multistakeholders (foram ouvidas mais de 86 mil pessoas) e avaliadas de acordo com os critérios da metodologia da Humanizadas. As 196 empresas com rating AAA até BBB são consideradas as Melhores para o Brasil, enquanto aquelas entre BB e D/E estão em jornada evolutiva. Na lista constam apenas as empresas que autorizaram a divulgação.
Os dados mostram que as Melhores para o Brasil também obtêm desempenho superior em métricas tradicionais de avaliação de resultado. Em termos gerais, quando são comparados os resultados das organizações classificadas como Melhores para o Brasil (ratings AAA, AA, A e BBB) com a média do mercado brasileiro (rating B nas projeções da Humanizadas), nota-se que as empresas bem ranqueadas na pesquisa apresentam: performance financeira 4,5 vezes superior no longo prazo; confiança nas relações 105% superior; reputação da marca 44% superior; reputação perante a sociedade 45% superior; performance em práticas ESG 76% superior; experiência dos clientes 48% superior; bem-estar dos colaboradores 116% superior; perspectiva de futuro 45% superior; segurança psicológica 49% superior; ambiente de inclusão e diversidade 40% superior; e capacidade de inovação 91% superior.

### Classificação das organizações no Brasil (2022)

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### Micro Porte (5 a 19 colaboradores)

| ORGANIZAÇÃO                                                | RATING                                                 |
|——————————–|——–|
| 4 Hábitos Para Mudar o Mundo | AA |
| Abissal – Capitalismo Saudável | AA |
| Agência Métrica | BBB |
| Ana Health | A |
| Appana | AAA |
| Arquipélago | BBB |
| Baluarte Cultura | AA |
| Blend Edu | AA |
| Blockforce | AA |
| Carlotas | AA |
| Compliance PME | AA |
| Cotidiano | A |
| Diário do Comércio | BBB |
| Dobra | AA |
| Editora Voo | AA |
| EnGuia Energia | A |
| Fluyd | A |
| Geração Social | A |
| Grupo Anpla | BBB |
| GVA – Global Vision Access | BBB |
| Hellomark | A |
| Humanare | A |
| Îandé Projetos Especiais | AA |
| Instituto Integral Brasil | A |
| Inteligov | BBB |
| Lince Humanização | A |
| Magna Search | AA |
| Mais Vívida | A |
| Morada das Artes | BBB |
| Oficina de Impacto | A |
| ONG Parceiros Voluntários | A |
| Ornellas | A |
| Otimifica | BBB |
| People and Results | BBB |
| Plongê | A |
| Positive Ventures | A |
| Postmetria | A |
| Produteca | A |
| Profile PR | A |
| QWAN Human Connections | A |
| Raízes – DS | A |
| Retalhar | AA |
| RV Assessoria | BBB |
| Shoot | A |
| Sigalei | A |
| Stratlab | BBB |
| Takao Consultoria | A |
| TeamHub | BBB |
| The Feminist Tea | A |
| Tide Social | AA |
| TKC Business | BBB |
| Trê Investimentos | A |
| Tribo | BBB |
| Triconecte | AA |
| Tzen | A |
| Vivaz Soluções em RH | A |
| Waves Of Life | A |
| WIS | BBB |

### Pequeno Porte (20 a 99 colaboradores)

| ORGANIZAÇÃO                                                 | RATING                                                 |
|——————————–|——–|
| Amvac do Brasil 3P | BBB |
| Baker Tilly ES | A |
| Beleaf | A |
| Ben Fatto | A |
| Biowash | A |
| Casa Feito Brasil | BBB |
| CCLi Centro de Consultoria Linguística | BBB |
| Clínica Bozelli | A |
| Cookie Mania | BBB |
| CREN | BBB |
| CWR | BBB |
| Dentro da História | A |
| DeÔnibus | BBB |
| Docato | BBB |
| Dr Zapi Impermeabilizantes | A |
| Editora Mol | AA |
| ERPLAN | A |
| Ervas Naturais | BBB |
| eureciclo | AA |
| Evolux | A |
| Eyxo | A |
| FAST Construtora | BBB |
| Fluke | A |
| GESUAS | A |
| Grupo Valean | BBB |
| Movimento eu Visto o Bem | A |
| Instituto Coca-Cola | A |
| Instituto Elos | A |
| Instituto Nova Era | BBB |
| Interviva Clínicas | BBB |
| ISCA | BBB |
| Layers Education | BBB |
| Lemon Energia | BBB |
| MasterSense | BBB |
| Medicatriz Dermocosméticos | A |
| moss.earth | BBB |
| Nanovetores | BBB |
| Oficina Muda | BBB |
| Okena | A |
| ONOVOLAB | BBB |
| Origens | A |
| Panelinha Fit | BBB |
| Papel Semente | A |
| Plastifama | A |
| Politize! | A |
| Portal Publicidade | BBB |
| Potência Seguros | BBB |
| Pro Criança Cardíaca | BBB |
| Quadra Engenharia | BBB |
| Recicladora Urbana – ReUrbi | A |
| Refazenda | A |
| Rise Ventures | A |
| Serhum | A |
| Share RH | BBB |
| Simbiose Social | A |
| Talento Incluir | A |
| TNS Nano | A |
| TRANSCOTA | BBB |
| umgrauemeio | A |
| Vertown | A |
| Vital Atman Ltda Epp | BBB |
| Vox Capital | A |
| VUXX | BBB |
| Waldorf Santos | BBB |
| wBrain | A |
| WK Advogados | A |
| Zatom | A |
| Zoom Entregas | BBB |

### Médio Porte (100 a 999 colaboradores)

| ORGANIZAÇÃO                                                 | RATING                                                 |
|——————————-|——–|
| 2WEnergia | BBB |
| Accesstage | BBB |
| Banco Sofisa | BBB |
| Beta Learning | A |
| Braile Biomédica | BBB |
| C.ROLIM Engenharia | A |
| Cadastra | BBB |
| Chico Rei | AA |
| Colégio Apogeu | BBB |
| Copastur | A |
| Cora | A |
| CPI Tegus | BBB |
| Deal | BBB |
| Dengo Chocolates | AA |
| Doctoralia | BBB |
| Drogaria Ultrapopular | BBB |
| Eduzz | BBB |
| Elo7 | AA |
| Extrafruti | BBB |
| GGF | BBB |
| GL Foods | A |
| Grupo Sabará | A |
| Hospital Dom Alvarenga | BBB |
| Ius Natura | BBB |
| Kosmoscience | BBB |
| Kunumi | BBB |
| Lacerda Diniz e Sena | BBB |
| Liv Up | A |
| MaxMilhas | BBB |
| Neoway | BBB |
| Omni | A |
| PlantVerd | BBB |
| Porto Sudeste e Ipê | BBB |
| Puratos | BBB |
| Rede Cidadã | AA |
| Rocky | BBB |
| Sacolão da Santa | A |
| Sicoob Credimepi | BBB |
| Sicoob Credip | A |
| Sicoob Divicred | BBB |
| Sítio Barreiras | BBB |
| Soften Sistemas | AA |
| Solenis | BBB |
| Soluti | BBB |
| SouSmile | A |
| Tagia | BBB |
| Tia Sônia | BBB |
| Vedacit | BBB |
| Venturus | A |
| ZEISS | BBB |
| Zenklub | BBB |
| Zodiac Produtos Farmacêuticos | BBB |

### Grande Porte (> 1.000 colaboradores)

| ORGANIZAÇÃO                                                 | RATING                                                 |
|—————————|——–|
| Banco BV | A |
| Banco Inter | A |
| Centro Cooperativo Sicoob | BBB |
| ClearSale | A |
| Creditas | BBB |
| Grupo Cyrela | BBB |
| Grupo Jacto | BBB |
| IC Transportes | BBB |
| Irani | A |
| Localiza | A |
| Magazine Luiza | A |
| Movida | BBB |
| NAVA | BBB |
| Patrus Transportes | A |
| Raccoon | BBB |
| Reserva | BBB |
| Sabin | A |
| Sicredi Vanguarda | AA |
| Special Dog | A |
| Viacredi | AA |

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Marcos Gurgel - Diretor Comercial na divisão Avitum da B. Braun Brasil

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Marketing & growth, Estratégia, Vendas
13 de agosto de 2026 08H00
Vendas estão entre as atividades mais antigas, estratégicas e decisivas de qualquer organização, mas continuam sendo tratadas por muitas empresas como uma responsabilidade exclusiva da área comercial. Nesta coluna de estreia, a autora propõe uma reflexão sobre por que receita é resultado de um sistema que envolve liderança, cultura, processos, tecnologia, experiência do cliente e estratégia, e por que a pergunta mais importante talvez não seja por que os vendedores não vendem, mas o que a própria organização está fazendo para dificultar a venda.

Carol Manciola - CEO da Conectas

6 minutos min de leitura
Liderança
12 de agosto de 2026 14H00
Em um cenário onde conhecimento, repertório e fluência tecnológica estão distribuídos entre diferentes gerações, a liderança deixa de ser uma posição fixa e passa a circular conforme o contexto. O artigo explora como a IA está redefinindo autoridade, colaboração e tomada de decisão, tornando a capacidade de aprender, adaptar-se e reconhecer quem deve liderar em cada momento uma das competências mais importantes do futuro.

Eduardo Ibrahim - Fundador e CEO da Humana AI, Faculty Global da Singularity University e autor do best-seller Economia Exponencial

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Inovação & estratégia
12 de agosto de 2026 08H00
O artigo defende que o verdadeiro valor surge quando a IA deixa de operar de forma isolada e passa a integrar toda a jornada de negócio, conectando pessoas, processos, dados e governança em um único sistema de performance.

Guilherme Stefanini - CMO do Grupo Stefanini, CEO da Stefanini Marketing e sócio da W3haus e Gauge.

4 minutos min de leitura
Liderança
11 de agosto de 2026 18H00
A liderança é uma invenção humana ou um princípio presente na própria natureza? Longe das salas de reunião e dos modelos de gestão, a natureza oferece pistas valiosas sobre uma das capacidades mais humanas das organizações: a liderança. A partir de observações do cotidiano no campo, o autor propõe uma reflexão sobre as origens da condução, da cooperação e da construção de instituições, sugerindo que liderar talvez seja menos uma técnica aprendida e mais a expressão consciente de uma lógica que acompanha a vida há milhões de anos.

Carlos Eduardo de Barros - Fundador e CEO da Cogntion & Business Consultoria, conselheiro de empresas e consultor em estratégia, governança e liderança

16 minutos min de leitura
Tecnologia & inteligencia artificial
11 de agosto de 2026 14H00
Empresas estão investindo bilhões em inteligência artificial, mas poucas conseguem responder uma pergunta simples: quanto valor real cada interação com IA está gerando para o negócio? O artigo propõe uma nova forma de avaliar projetos de IA generativa, baseada no conceito de retorno sobre tokens, e mostra por que medir apenas adoção, volume de uso ou número de licenças já não é suficiente para justificar investimentos, escalar soluções e transformar tecnologia em resultado.

Leonardo Tristão - CEO da Performa_IT

22 minutos min de leitura

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