Ninguém chega ao topo sem cuidar da mente: O papel da NR-1

Na montanha, aprender a reconhecer os próprios limites não é opcional – é questão de sobrevivência. No ambiente corporativo deveria ser parecido. Identificar sinais precoces de sobrecarga, entender como reagimos sob pressão e criar espaços seguros de diálogo são medidas preventivas muito eficazes.
IA, pressão por resultado e exaustão: o líder está pronto para essa equação?

A adoção de novas tecnologias está avançando mais rápido do que a capacidade das lideranças de repensar o trabalho. Este artigo mostra que a IA promete ganho de performance, mas expõe lideranças que já operam no limite.
Plano de saúde corporativo: quem, de fato, está no controle?

O benefício mais valorizado pelos colaboradores é também um dos menos compreendidos pela liderança. A saúde corporativa saiu do RH e entrou na agenda do CEO – quem ainda não percebeu já está pagando a conta.
Felicidade tem gênero? O que o adoecimento emocional das mulheres líderes revela sobre nossas empresas

Felicidade não é benefício: é condição de sustentabilidade para mulheres em cargos de liderança.
A pressão que não aparece no organograma: a carreira das mulheres exige mais remédios do que reconhecimento

Quando mulheres consomem a maior parte dos antidepressivos, analgésicos, sedativos e ansiolíticos dentro das empresas, não estamos falando de fragilidade – estamos falando de um modelo de liderança que normaliza exaustão como competência. Este artigo confronta a farsa da “supermulher” e questiona o preço real que elas pagam para sustentar ambientes que ainda insistem em chamá‑las de resilientes.
Morte: a próxima fronteira do bem-estar

Do SXSW 2026 à realidade brasileira: O luto deixa o silêncio e começa a ocupar o centro do cuidado humano. A morte entrou na agenda do bem-estar e desafia indivíduos, empresas e sociedades a reaprenderem a cuidar.
Enquanto sua empresa não medir bem-estar, vai continuar perdendo performance

Medir saúde organizacional deveria estar no mesmo painel que receita, margem e eficiência. Quando empresas tratam bem-estar como benefício e não como gestão, elas não só ignoram dados alarmantes – elas comprometem produtividade, engajamento e resultado.
Você tem uma estratégia de saúde social?

Dados apresentados por Kasley Killam no SXSW 2026 mostram que a qualidade das nossas conexões não influencia apenas o bem‑estar emocional – ela afeta longevidade, risco de doenças e mortalidade. Ainda assim, poucas organizações tratam conexão como parte da operação, e não como um efeito colateral da cultura.
Pressão emocional no ambiente corporativo: como isso compromete lideranças e impacta os resultados nas empresas

A crise não está apenas no excesso de trabalho, mas no peso emocional que distorce decisões e fragiliza equipes.
O mito do líder equilibrado: Por que a imaturidade emocional virou um risco organizacional?

A crise silenciosa das organizações não é técnica, é emocional – e está nos cargos de poder.