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Mulheres na liderança e em espaços de poder!

Com as eleições municipais se aproximando, é crucial identificar candidatas comprometidas com a defesa dos direitos das mulheres, garantindo maior representatividade e equidade nos espaços de poder.
Empreendedora social, fundadora da Rede Mulher Empreendedora (RME) e do Instituto RME. Vice-Presidente do Conselho do Pacto Global da ONU Brasil e Membro do Conselho da Presidência da República – CDESS. Presidente do W20, grupo de engajamento do G20. Conselheira da UAM/Grupo Ânima. Reconhecida no ranking Melhores Líderes do Brasil da Merco e por prêmios como: Bloomberg 500 mais influentes da América Latina 2024, Melhores e Maiores 2024, Empreendedor Social 2023, Executivo de Valor 2023 e Forbes Brasil Mulheres Mais Poderosas 2019. Autora do livro “Negócios: um assunto de mulheres - A força transformadora do empreendedorismo feminino".

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Com as eleições municipais cada vez mais próximas, chega o momento de analisarmos quais candidatas têm ideologias que se aproximam das nossas e quais projetos criados por essas figuras vão provocar mudanças significativas e positivas nos direitos das mulheres. Entretanto, é justamente neste momento de análise e escolha que as frustrações ficam mais evidentes, pois conseguimos perceber como temos poucas representantes para defender nossos interesses.

Não é nenhuma novidade que esses espaços de poder, tanto de poder público quanto privado, sejam majoritariamente ocupados por homens. A sociedade, como um todo, é masculina e machista, e esse formato é proposital, já que assim eles continuam ditando as regras para as mulheres, e é justamente este cenário que temos que lutar para mudar. Ter mulheres na liderança e em espaços de poder garante equilíbrio em vários âmbitos, tanto no econômico quanto cultural, educacional e político, o que consequentemente gera melhorias e a inclusão desse público nestes espaços específicos e de extrema importância.

Hoje, mais do que nunca, para alcançarmos equidade em várias frentes, precisamos parar de eleger representantes – masculinos, principalmente – que não valorizam a pauta feminina e estar cada vez mais presentes nestes lugares. Só assim poderemos participar ativamente de decisões importantes que nos afetam direta ou indiretamente. É só com elas e por meio delas que realmente teremos alguém que entenda as dores, as dificuldades e os obstáculos que enfrentamos simplesmente por sermos mulheres. É o único jeito de garantir que nossas necessidades sejam realmente ouvidas.

Afinal de contas, representamos mais da metade da população do mundo e ainda estamos à frente de mais 50% dos negócios no Brasil, claros exemplos de como somos importantes e poderíamos ser ainda mais se tivéssemos incentivo para isso. De acordo com informações divulgadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), é vergonhoso e deprimente que as mulheres ocupem apenas 18% dos cargos de alta liderança dentro das empresas privadas e 15% dentro da Câmara, Senado e Judiciário.

O cenário atual de representatividade nos espaços de poder está bem longe do ideal, mas já é possível observar algumas mudanças positivas, como a criação de bancadas feministas dentro de alguns partidos e a eleição de mulheres cis, trans e travestis, garantindo mais igualdade de genero e diversidade nas lideranças e espaços de poder. Porém, ainda somos minoria e por mais que tenhamos nomes atuais super engajados na equidade dos direitos das mulheres, um grupo pequeno não vai mudar o mundo. Mas, quanto mais mulheres elegermos para cargos públicos e contratarmos para cargos de liderança dentro de empresas privadas, maior são as chances de lutar e garantir nossos direitos.

Então, nas próximas eleições, seja para cargos políticos ou mesmo para a contração de uma prestadora de serviço, dê preferência para mulheres. Ter alguém que entende nossas dores e nossas necessidades é o caminho para um futuro mais igualitário para as mulheres do Brasil e de todo o mundo.

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Empreendedora social, fundadora da Rede Mulher Empreendedora (RME) e do Instituto RME. Vice-Presidente do Conselho do Pacto Global da ONU Brasil e Membro do Conselho da Presidência da República – CDESS. Presidente do W20, grupo de engajamento do G20. Conselheira da UAM/Grupo Ânima. Reconhecida no ranking Melhores Líderes do Brasil da Merco e por prêmios como: Bloomberg 500 mais influentes da América Latina 2024, Melhores e Maiores 2024, Empreendedor Social 2023, Executivo de Valor 2023 e Forbes Brasil Mulheres Mais Poderosas 2019. Autora do livro “Negócios: um assunto de mulheres - A força transformadora do empreendedorismo feminino".

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