Inovação
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O futuro dos eventos: conexões que transformam

Eventos não morreram, mas 78% dos participantes já rejeitam formatos ultrapassados. O OASIS Connection chega como antídoto: um laboratório vivo onde IA, wellness e conexões reais recriam o futuro dos negócios
Diretora executiva da Bop Comunicação Integrada, tem mais de 15 anos de experiência em eventos, com soluções abrangentes em Diagnóstico e Planejamento, Employer Branding, Branding, Criação e Design, Marketing Digital e Eventos. Acumula três Prêmios Caio, nas Categorias Congressos Nacionais (2022) e Eventos de Incentivo (2023), e já realizou eventos de várias marcas como Cyrela, Elopar, SulAmérica, Bexs, entre outros.

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Nos últimos anos, os eventos corporativos vêm passando por uma transformação radical. De encontros presenciais “tradicionais” a experiências híbridas e imersivas, o setor evoluiu para atender a um público cada vez mais exigente e conectado. Como especialista em gestão de eventos, acompanho de perto mudanças, que acontecem de forma rápida, e a cada vez mais vejo um futuro (próximo) onde a tecnologia e o networking  se complementam, criando experiências inesquecíveis.

Dados recentes mostram que 78% dos participantes de eventos priorizam oportunidades de networking de qualidade, enquanto 65% valorizam a curadoria de conteúdo relevante. Não é à toa: em um mundo digitalizado, o contato presencial (ou mesmo virtual bem estruturado) tornou-se um diferencial para fechar negócios, compartilhar ideias e construir relações duradouras.

As tendências apontam para eventos cada vez mais personalizados, com o uso de inteligência artificial para recomendação de conexões e plataformas interativas que aproximam participantes antes, durante e depois dos encontros. A sustentabilidade também ganha força, com organizações adotando práticas eco-friendly e reduzindo o desperdício em suas produções.

Nesse cenário, o OASIS Connection surge como um marco importante. Um evento pensado para quem acredita no poder das conexões autênticas, o OASIS reúne profissionais visionários em um ambiente cuidadosamente projetado para inspirar e gerar oportunidades. Como uma das idealizadoras do evento, posso dizer que, desde o início, sabíamos que o desafio era ambicioso:  criar um oásis real em um mercado de eventos que, apesar de movimentar R$ 141 bilhões em 2025 (dados da ABRAPE), ainda repete fórmulas ultrapassadas.  

A ideia é oferecer um ‘antídoto’ a essa estagnação — e a vinda de Julius Solaris, referência internacional em eventos, que estará pela primeira vez no país, estreando nos palcos brasileiros no OASIS, simboliza justamente essa ponte entre o local e o global. Inspirado no livro “O Evento do Século 21” (Vanessa Martin e Robson

Lisboa, também idealizadores), o evento materializa o que defendo há anos: tecnologia só faz sentido quando caminha “de mãos dadas” com a humanização. 

O OASIS surge para preencher essa lacuna, integrando tendências como: bleisure- a fusão entre negócios e lazer, essencial para engajar gerações que rejeitam formatos engessados, wellness – bem-estar como pilar, com atividades que equilibram mente e corpo e realidade mista, usando IA e blockchain não como “modismos”, mas para facilitar conexões reais.

O cenário é urgente: o público exige autenticidade, mas muitas produções ainda insistem em palestras unidirecionais e coffee breaks sem propósito. Por isso, desenhamos o OASIS  como uma experiência imersiva, onde cada detalhe — da localização privilegiada à curadoria de speakers como Denis Bevacqua (RD Summit), Glaucia Guarcello e Poliana Abreu (ambas Singularity Brazil e HSM) – foi pensado para estimular a criatividade e as parcerias duradouras.

E por que Julius Solaris? Ele representa o que acreditamos e o que o encontro quer transmitir: que eventos devem ser living labs de inovação. Sua presença reforça que o Brasil está pronto para liderar essa mudança, e o cenário longe do caos urbano, cercado de natureza, é o palco perfeito para provar que conexões genuínas só florescem, ou se fortalecem, quando buscamos a inovação e propomos formatos originais.

Convido você a fazer parte dessa virada. O futuro dos eventos não será digital ou presencial — será humano. E você pode fazer parte dessa revolução. 

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