Uncategorized

As estratégias de Diversidade no Brasil e os impactos gerados pela pandemia

Você já parou para pensar em como estará o mundo daqui alguns meses ou anos? E a sua empresa? Em um mundo que é cada vez mais VUCA ou VICA em português - volátil (volatility), incerto (uncertainty), complexo (complexity) e ambíguo (ambiguity), certezas passam a ser contestadas. O futuro é, a cada dia, mais incerto. Conheça o panorama das estratégias de Diversidade em tempos de Covid-19.
Fundadora e CEO da Blend Edu, startup que já tem em seu portfólio empresas como 3M, TIM, Reserva, Movile, Grupo Fleury, TechnipFMC, Prumo Logística, brMalls etc. Thalita também está presente na lista da Forbes Under 30 de 2019, como uma dos 6 jovens destaques na categoria Terceiro Setor e Empreendedorismo Social.

Compartilhar:

A pandemia nos trouxe uma dimensão que já sabíamos: temos poucas certezas. E uma dessas poucas certezas é que o digital é uma realidade sem volta. O mundo corporativo ganhou mais agilidade nos últimos três meses do que nos últimos anos. 

Esse movimento está transformando as empresas, impactando todas as áreas e é nesse cenário que vemos o surgimento e o fortalecimento dos programas de diversidade organizacional.

O benchmarking para entender a importância da diversidade nas empresas (inclusive em tempos de pandemia)
——————————————————————————————————–

Para estimular que mais organizações construam espaços e culturas mais empáticas, diversas e inclusivas, nós, da [Blend Edu](http://www.blend-edu.com) – startup que desenvolve experiências educacionais para promover a empatia, diversidade e inclusão nas organizações – realizamos um estudo de benchmarking chamado “Panorama das Estratégias de Diversidade no Brasil e os Impactos da Covid-19”. 

Ao longo desse texto, vamos trazer um resumo e destacar alguns insights gerados pela pesquisa, mas ela também pode ser baixada na íntegra [aqui](https://conteudo.blend-edu.com/relatorio-benchmarking-diversidade-2020).

Cerca de 45 grandes empresas brasileiras participaram (organizações como Natura, Tim, Carrefour,  Ambev, P&G, Prudential, L’Oreal, Ipiranga, Movile, Vale, etc.), compartilhando suas práticas voluntariamente, como uma forma de apostar inteligência coletiva, mostrando que possuem um mindset em linha com o tempo que vivemos hoje, cada vez mais aberto, transparente e colaborativo.

No estudo, conseguimos obter um bom panorama de como as estratégias de diversidade estão estruturadas. Descobrimos que mais de 64% possuem uma área específica e dedicada para a gestão de diversidade ou orçamento dedicado à essa área. Normalmente, este tema é parte do escopo das áreas de RH, mas também é liderado pelas áreas de sustentabilidade ou marketing, por exemplo.

![](https://revista-hsm-public.s3.amazonaws.com/uploads/95024b00-c7e1-4b8b-8563-94c1678ab28a.png)

De acordo com o estudo, as 4 dimensões mais trabalhadas dentro dos programas de diversidade são “Gênero” (93%), “Pessoas com Deficiência” (85%), “Raça/etnia” (80%) e “LGBTI” (68%) e é unânime entre as empresas a percepção de que ações educacionais são fundamentais para o engajamento e comprometimento das pessoas com a estratégia de diversidade. 

Mais de 60% das empresas possuem seus objetivos do programa de diversidade associados à criação de cultura inclusiva e gestão de talentos, seguidos pelo impacto no resultado do negócio. 

Por outro lado, apesar de em 71% das empresas a área responsável pelo tema de diversidade possuir objetivos e metas específicos, em apenas 4% tais aspectos influenciam a avaliação de performance e remuneração dos colaboradores.

Além disso, apesar de 100% das empresas respondentes concordarem que “ações educacionais são fundamentais para o engajamento e comprometimento dos colaboradores e líderes na estratégia de diversidade”, 75% de fato possuem ações de treinamento e desenvolvimento estruturada para colaboradores. 

Apesar de 93% das empresas considerarem importante acompanhar tendências e aplicá-las no programa de diversidade, apenas 31% consideram seu programa com um grau de inovação alto ou muito alto, mostrando que ainda existe um potencial para reinventar a gestão da diversidade.  

O que percebemos, então, é que ainda há um enorme espaço para melhorias. Construir uma [cultura inclusiva](https://www.blend-edu.com/por-que-precisamos-ampliar-a-definicao-de-diversidade-se-quisermos-uma-cultura-inclusiva/) tem se mostrado não só um imperativo ético e moral, como uma necessidade para a sustentabilidade do negócio no longo prazo. 

Quer conferir a lista completa com as ações mais recorrentes implementadas como parte de um programa de diversidade? Baixe o relatório completo do benchmarking, clicando [aqui](https://conteudo.blend-edu.com/relatorio-benchmarking-diversidade-2020).

A liderança como peça-chave
—————————

58% das empresas afirmam que a alta liderança compreende a relevância das ações de diversidade. Por outro lado, apenas 47% concordam que esta [liderança de fato apoia as ações do programa](https://www.blend-edu.com/lideranca-inclusiva/). 

Para tornar o cenário ainda mais crítico, apenas 29% das organizações percebem que a maioria dos seus colaboradores estão comprometidos e participam ativamente das ações do programa de diversidade. 

![](https://revista-hsm-public.s3.amazonaws.com/uploads/6913a413-b9ad-4abe-a6fd-868f618fb825.png)![](https://revista-hsm-public.s3.amazonaws.com/uploads/4c1ff37f-2725-4ffc-946c-1214886b341b.png)

É visível o desafio de sensibilização e criação de consciência coletiva. Apesar de já termos 68% empresas que monitoram indicadores, poucas (25%) afirmaram publicar esses relatório interna ou externamente. Desta forma, fica difícil que mais pessoas se sintam responsáveis pelo programa, uma vez que não possuem visibilidade dos avanços e GAPs.

O poder da colaboração e da inovação
————————————

Mais organizações estão compreendendo o poder da colaboração. A participação em redes empresariais e grupos de networking de diversidade, compartilhando boas práticas e potencializando a inteligência coletiva, é um grande aliado das organizações. 

Além desta ser a 3ª ação com maior taxa de implementação nas empresas – ficando apenas atrás de campanhas de comunicação e eventos internos -, existe uma unanimidade em relação à sua importância (100% das empresas), e 56% possuem grupos de afinidade (que podem, muitas vezes, atender esse objetivo internamente).

Ao mesmo tempo, inovar se torna algo cada vez mais essencial. Um percentual de 93% das empresas considerarem importante acompanhar tendências e aplicá-las no programa de diversidade, apenas 31% consideram seu programa com um grau de inovação alto ou muito alto, mostrando que ainda existe um potencial para reinventar a gestão da diversidade. 

Talvez por isso, diante da pandemia, a principal preocupação dos líderes de diversidade (respondentes da pesquisa) está relacionada a repensar e inovar sua estratégia de diversidade.

Impactos da Covid-19 nos programas de diversidade:
————————————————–

Não é surpresa ver que 100% das empresas afirmaram terem sido impactadas pela pandemia. Grande parte das organizações (45%) afirmam terem continuado seus esforços de diversidade, realizando pequenos ajustes. Apesar de ser uma minoria, torna-se preocupante o fato de 15% das organizações respondentes terem pausado suas atividades de diversidade.

Ao serem questionados sobre “qual sua maior preocupação diante da pandemia?”, os líderes de diversidade afirmaram que precisam repensar e inovar sua estratégia de diversidade, seguida pela reflexão de como manter os esforços de sensibilização e treinamento vivos, mesmo neste cenário de trabalho remoto. Não é à toa que muitas organizações estão buscando alternativas digitais para suas ações educacionais, assim como as oferecidas pela Blend Edu.

Já a terceira maior preocupação está relacionada a manter o engajamento e as atividades dos grupos de afinidade/ diversidade e a quarta apoiar os colaboradores de grupos de risco em situação de maior vulnerabilidade.

Por fim, vimos que as principais insights e transformações potencializadas pela Covid-19 foram:

1. O digital é uma realidade sem volta

2. Curadoria emerge como uma habilidade chave

3. O digital como alternativa à redução de orçamento

4. O papel chave da liderança, que deve “walk the talk”  especialmente em cenários de incerteza

Um volume expressivo de organizações concordou que a pandemia impulsionou os esforços de transformação digital (93%), ampliando a abertura à ações digitais (88%), inclusive em relação à estratégia de educação digital (73%). 

Quer ver mais detalhes sobre as respostas das empresas e das descobertas realizadas pelo benchmarking? Baixe o relatório completo clicando [aqui](https://conteudo.blend-edu.com/relatorio-benchmarking-diversidade-2020).

Mas… como avançar?
——————

Primeiramente, temos que ter muito cuidado com o diversity washing. Apesar de apenas 5% das organizações afirmarem que o objetivo do seu programa é “potencializar reputação da marca”, vemos que o tipo de ação mais implementada são as “campanhas de comunicação, que podem acabar sendo percebidas como diversity washing (quando a empresa se posiciona como sendo muito diversa, sem sustentar essa imagem com ações, políticas e práticas internas sólidas).

Paralelamente, os programas de treinamento se mostram como um tipo de ação extremamente relevante. Todas as empresas respondentes considerarem ações educacionais fundamentais para o engajamento e comprometimento das pessoas com a estratégia de diversidade e 60% já afirmaram ter treinamentos estruturados, tornando esta a 5ª ação mais implementada entre as organizações pesquisadas.

[Dados do Instituto Ethos](https://issuu.com/institutoethos/docs/perfil_social_tacial_genero_500empr) também reforçam essa crença: entre as 500 maiores empresas do Brasil, 7 a cada 10 já possuem treinamentos sobre diversidade.

Além disso, há um alto percentual (93%) de empresas que concordam que monitorar indicadores é importante para a efetividade do programa de diversidade. 

Os líderes precisam estar atentos a esses números, aumentando a efetividade e o grau de inovação das suas iniciativas. É este tipo de abordagem que vai permitir que as organizações naveguem com maior tranquilidade durante períodos de altíssima incerteza, como este que estamos vivendo hoje por causa do Coronavírus.

Transformações na prática: a busca por soluções digitais, de baixo custo e inovadoras
————————————————————————————-

Com o cenário atual, praticamente todas as empresas estão se questionando: como inovar a minha estratégia de diversidade, adotando uma abordagem digital, escalável e com um bom custo benefício?

Para apoiar os programas de diversidade das organizações e ajudá-las a encontrar uma resposta para essa pergunta, resolvemos antecipar o lançamento do Diversidade SA para o mês de junho. 

O Diversidade SA a primeira comunidade virtual de aprendizagem do mercado, criada para reunir empresas engajadas em construir uma cultura inclusiva. 

Ou seja, é uma espécie de rede / movimento empresarial similar ao “Movimento Mulher360”, “Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+”, mas com um formato digital, escalável e interseccional (nosso objetivo é abordar todas as dimensões da diversidade).

Os usuários serão as pessoas responsáveis por liderar o tema de diversidade dentro da organização, que atuarão como multiplicadores e facilitadores, tendo o potencial de atingir todos os colaboradores da empresa. Ao desenvolvermos a solução, entendemos que seria fundamental que as empresas assinantes tivessem acesso à:

* Master Classes ao vivo: Treinamentos com os melhores especialistas de diversidade ao longo de todo o ano

* Cursos online exclusivos: Diferentes trilhas  de aprendizagem e cursos on demand para você se especializar e se tornar referência em diversidade e inclusão. 

* Biblioteca de conteúdos: Curadoria com os melhores materiais sobre diversidade em diferentes formatos (guias, manuais, cases, vídeos, podcasts e resumos de livros).

* Aprendizagem social: Faça networking com os usuários da plataforma, que lideram os programas de diversidade nas principais empresas do Brasil.

Ou seja, reuniremos em um só lugar o melhor conteúdo de diversidade do mercado!

Manteremos a comunidade viva e disponibilizaremos conteúdo ao longo do ano todo. E, por ser uma solução digital, conseguimos proporcionar escalabilidade para sua estratégia educacional.

![](https://revista-hsm-public.s3.amazonaws.com/uploads/646f70c9-7387-478c-93ca-0a46eb3da4db.png)

Conheça: [www.blend-edu.com/diversidade-sa](http://www.blend-edu.com/diversidade-sa)

Nós, da Blend Edu, acreditamos (mais do que nunca) que o mundo pós-coronavírus será ainda mais humano, digital, empático e inclusivo. Seguimos juntos, juntas e juntes.

Compartilhar:

Artigos relacionados

Quando a tecnologia muda, o legado permanece

Enquanto os ciclos tecnológicos se tornam cada vez mais curtos, organizações enfrentam um desafio permanente: transformar inovação em resultados concretos e que gere valor para o negócio no longo prazo.

Quanto custa perder um cliente?

Uma experiência ruim não gera apenas insatisfação. Ela aumenta custos operacionais, compromete a reputação da marca, reduz receitas futuras e pode encerrar relacionamentos construídos ao longo de anos.

Se o colaborador tóxico sai, o problema vai embora com ele?

Rotular profissionais como tóxicos pode encerrar uma conversa, mas raramente resolve o problema. Ao investigar como comportamentos se formam e se repetem nas organizações, o artigo convida líderes a substituírem julgamentos rápidos por diagnósticos mais profundos e eficazes.

Inovação & estratégia, Tecnologia & inteligencia artificial
10 de agosto de 2026 08H00
A pressão para adotar inteligência artificial cresce em praticamente todos os setores, mas muitas iniciativas continuam fracassando pelo mesmo motivo: começam pela tecnologia e não pelo problema. Com exemplos da indústria e reflexões sobre governança, processos e tomada de decisão, o artigo mostra por que a maturidade digital de uma organização não deve ser medida pela quantidade de projetos de IA que ela anuncia, mas pela sua capacidade de transformar desafios reais em resultados concretos.

Marcelo Paiva - Diretor de Operações da Formel D

7 minutos min de leitura
Marketing & growth
9 de agosto de 2026 14h00
Com milhares de publicações nas redes sociais, a villain era tornou-se uma forma de nomear um movimento cada vez mais presente entre mulheres: abandonar a obrigação de agradar constantemente e sustentar escolhas, opiniões e limites sem culpa. O artigo discute o que esse fenômeno revela sobre expectativas sociais, relações de trabalho e construção de autonomia.

Estela Brunhara - Sócia e Diretora de Consumer Behavior & Estratégia da FutureBrand São Paulo

3 minutos min de leitura
Tecnologia & inteligencia artificial, Liderança
9 de agosto de 2026 08H00
Ao recorrer a pensadores como Foucault, Hannah Arendt e Kant, o artigo mostra por que cultura, ética, reflexão crítica e capacidade de julgamento continuam sendo ativos indispensáveis para líderes e organizações que desejam tomar melhores decisões em um mundo cada vez mais automatizado.

Denilson Shikako - CEO e fundador da Fábrica de Criatividade

3 minutos min de leitura
Direito, Regulação & Compliance, Inovação & estratégia
8 de agosto de 2026 14H00
Depois de testemunhar a digitalização dos processos judiciais e a transformação tecnológica da profissão jurídica, o autor reflete sobre a próxima grande mudança da advocacia. O artigo argumenta que a inteligência artificial deve ser vista como uma ferramenta de ampliação das capacidades humanas, e não como substituta das competências que tornam o trabalho jurídico verdadeiramente valioso.

Flávio Pinheiro Neto - Sócio-fundador do escritório Flávio Pinheiro Neto Advogados

4 minutos min de leitura
Cultura organizacional
8 de agosto de 2026 08H00
A tecnologia já tornou possível identificar padrões, prever comportamentos e agir antes que problemas aconteçam. O desafio agora não é tecnológico, mas cultural: desenvolver lideranças capazes de tomar decisões baseadas em probabilidades e reorganizar a gestão em torno do que está prestes a acontecer, e não apenas do que já aconteceu.

Wilian Luis Domingues - CIO da Tempo

6 minutos min de leitura
Inovação & estratégia, Tecnologia & inteligencia artificial
7 de agosto de 2026 14H00
A inteligência artificial deixou de ser apenas uma ferramenta de apoio para se tornar uma infraestrutura capaz de reorganizar decisões, processos e modelos de trabalho. Em um cenário marcado pelo avanço dos agentes inteligentes, o desafio das lideranças já não é implementar tecnologia, mas redesenhar a forma como humanos e máquinas colaboram para gerar valor.

Ulisses Pimentel - Executivo, advisor e especialista em vendas consultivas B2B

5 minutos min de leitura
Inovação & estratégia
7 de agosto de 2026 09H00
Programas de startups, laboratórios de inovação e investimentos em inteligência artificial tornaram-se comuns nas grandes organizações. O problema é que poucas conseguem transformar experimentação em resultado de negócio. O artigo discute como estruturar processos que convertam conhecimento externo em decisões estratégicas capazes de gerar crescimento, adaptação e vantagem competitiva.

Roberta Barros - Gerente de Strategy, Innovation & Ventures na Deloitte.

7 minutos min de leitura
Liderança, Estratégia
6 de agosto de 2026 17H00
Tarifas, conflitos geopolíticos, rupturas nas cadeias de suprimentos e mudanças regulatórias expõem uma fragilidade comum em muitas organizações: a dependência de um único cenário de futuro. Ao analisar os efeitos recentes do tarifaço sobre produtos brasileiros, o artigo argumenta que a verdadeira vantagem competitiva não está em prever corretamente o próximo choque, mas em construir operações capazes de se adaptar rapidamente a diferentes realidades sem comprometer resultados.

Átila Persici Filho - CINO, professor de MBA e Pós-Tech na FIAP e Conselheiro de Inovação.

12 minutos min de leitura
ESG, Gestão de pessoas & arquitetura de trabalho
6 de agosto de 2026 08H00
Trinta e cinco anos após a criação da Lei de Cotas, a inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho continua sendo medida principalmente pelo número de contratações. O desafio agora é outro: garantir experiências de trabalho dignas, acessíveis e capazes de promover desenvolvimento, pertencimento e crescimento profissional.

Carolina Ignarra - CEO da Talento Incluir

5 minutos min de leitura
Gestão de pessoas & arquitetura de trabalho
5 de agosto de 2026 14H00
Promover talentos internos, contratar no mercado ou recorrer a executivos por projeto são decisões cada vez mais frequentes em empresas que crescem e se transformam. Mas a escolha mais importante acontece antes disso: compreender qual problema realmente precisa ser resolvido. O artigo discute por que muitas organizações se concentram em preencher posições rapidamente, quando deveriam dedicar mais tempo a entender a natureza, a duração e a complexidade dos desafios que enfrentam.

Juliana Ramalho - CEO da Talento Sênior

4 minutos min de leitura

Baixe agora mesmo a nossa nova edição!

Dossiê #174

Mobilização é o novo segredo da execução

Baixe agora mesmo a nossa nova edição!

Dossiê #174

Mobilização é o novo segredo da execução