Empreendedorismo, Diversidade, ESG

Termômetro da diversidade ajuda empresas a avançar na agenda ESG

Indicador desenvolvido pelo Grupo B&Partners permite comparar os índices de diversidade de funcionários de uma organização com a representatividade dos marcadores sociais na população brasileira, ajudando as empresas a mensurar os KPIs e ampliar os investimentos em DEI.
Copresidente da Mark Up, futurista e especialista em sustentabilidade e live marketing. Atua na interseção entre futuro, ESG e experiência de marca, ajudando líderes e organizações a anteciparem disrupções e traduzirem tendências em resultados mensuráveis. Eleita uma das profissionais mais inovadoras do mundo pelo Cannes Lions e destaque na "Forbes 50 Over 50", é professora convidada da Singularity University Brasil. Reconhecida por conectar visão de futuro, tecnologia e impacto social na construção de marcas com propósito. Possui MBA em Gestão de Projetos pela FGV e MBA em Tendências e Estudos Futuros na ESPM e Liderança Criativa na Berlim School, SEER na Saint Paul e Governança no IBGC e UCLA. Dilma Campos também atuou como: jurada Cannes Lions Festival 2022 e

Compartilhar:

Por Dilma Campos e Gustavo Alonso Pereira*

O objetivo deste texto é claro: compartilhar com o mercado o Termômetro de Diversidade, índice desenvolvido dentro do grupo B&Partners que permite comparar o grau de diversidade dos colaboradores de uma organização com a representatividade dos marcadores sociais na população brasileira.

A maior parte das empresas no Brasil se preocupa em ampliar a diversidade dos colaboradores internos da organização, mas ainda se depara com vários desafios para sair do discurso e efetivar isso na prática. Dados da pesquisa [Diversidade Aprendiz](https://www.somosdiversidade.com.br/pesquisa), realizada pela OIT (Organização Internacional do Trabalho), pela plataforma Somos Diversidade e pelo UNAIDS Brasil (Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS) revelam que os percalços começam já na etapa de atração de talentos diversos. As empresas buscam candidatos de grupos marginalizados sem tomar diversos cuidados, como o de adequar as exigências de qualificação, o que leva ao não preenchimento das vagas. A preparação da cultura organizacional para propiciar um ambiente verdadeiramente inclusivo também demanda maior atenção por parte dos líderes de RH, já que este é um fator preponderante para a retenção dos talentos oriundos de minorias sub-representadas contratados.

O interesse por ampliar a diversidade nas organizações resulta de transformações na sociedade e de pesquisas que mostram como a diversidade corporativa aumenta a performance financeira das empresas, a capacidade de inovação e a maior atratividade pela marca empregadora.

O estudo “[Delivering through diversity](https://www.mckinsey.com/capabilities/people-and-organizational-performance/our-insights/delivering-through-diversity)”, da McKinsey & Company, que ouviu mais de 1.000 empresas em 12 países, mediu a relação entre lucro e diversidade nas organizações. O estudo mostrou que empresas com equipes executivas de maior diversidade étnica – não só em termos de representação absoluta, mas também na variedade de etnias – têm probabilidade 33% maior de superar seus pares em termos de lucratividade. Quando há maior representatividade de diversidade étnica no conselho de administração, a probabilidade é ainda maior, chegando a 43% na comparação com empresas sem esse diferencial. Outro ponto a destacar é que o índice de minorias na amostra é relativamente pequeno – 12% em média na equipe executiva e 14% em média nos conselhos de administração – o que nos leva a ponderar como a diferença de lucro poderia ser ainda maior caso houvesse uma maior penetração de minorias nessas funções (Quadro 1).

![Delivering through diversity”](//images.ctfassets.net/ucp6tw9r5u7d/4J2yJ1HTHeR5ZWRvzqATLx/b1465bdaea10ef49494c2873bf65f49c/Imagem1.png)

*Quadro 1: Fonte: “Delivering through diversity”, estudo da McKinsey & Company.*

Além de uma melhor performance financeira, a atração e retenção de talentos tem uma relação direta com a capacidade das organizações em adotar práticas sustentáveis e diversas, além de executar uma boa governança corporativa. Segundo o estudo [Workmonitor 2023](https://insights.randstad.com.br/pt-br/workmonitor-2023), da Randstad, empresa global de soluções de recrutamento e seleção, que ouviu 35 mil profissionais em 34 países, incluindo o Brasil, 44% dos participantes disseram que não aceitariam trabalhar em uma empresa se esta não estivesse agindo proativamente para melhorar suas práticas de diversidade e equidade.

Um estudo complementar, [Talent Trends 2023](https://insights.randstad.com.br/pt-br/talent-trends-2023), também promovido pela Randstad, entrevistou mais de 900 diretores e líderes de capital humano em 18 países e revelou que 78% dos líderes de RH acreditam que a estratégia de DEI seja um diferencial na atração dos melhores talentos – no Brasil, o índice é ainda maior, com 86% dos participantes concordando com a afirmação.

Diversos estudos também comprovam que a diversidade e o grau de inovação corporativa andam de mãos dadas. O estudo “[Diversity Matters](https://www.mckinsey.com/br/our-insights/diversity-matters-america-latina)”, da McKinsey, mostrou que colaboradores que atuam em empresas que adotam a diversidade relatam uma probabilidade 152% maior de afirmar que podem propor novas ideias e tentar novas formas de fazer as coisas; uma probabilidade 72% maior de reportar que a organização melhora consistentemente sua forma de fazer as coisas; e uma probabilidade 64% maior de colaborar compartilhando ideias e melhores práticas. Nas empresas percebidas como comprometidas com a diversidade, os funcionários foram 66% mais propensos a relatar que seus líderes promovem a inovação.

Essa pesquisa também mostra uma forte correlação entre diversidade e motivação, uma dimensão-chave da saúde organizacional. Nas empresas comprometidas com a diversidade, 63% dos funcionários estão felizes no trabalho, índice substancialmente maior do que os 31% de funcionários que se declaram felizes nas empresas que não são percebidas como comprometidas com a diversidade. O ponto mais interessante é que o nível de felicidade dos funcionários dessas organizações diversas independe do gênero, orientação sexual, ou raça/etnia.
O engajamento e a sensação de pertencimento também são mais consistentes em empresas com equipes diversas. Os funcionários desejam não só permanecer mais tempo nessas organizações como aspiram alcançar níveis hierárquicos mais altos. A probabilidade de permanecer três anos ou mais na mesma empresa é 36% maior do que a de seus pares em outras empresas não engajadas com a diversidade e 15% maior em relação ao desejo de ser promovido.

Com tantos ganhos para os resultados do negócio, o maior desafio enfrentado pelas organizações é o de criar métricas de diversidade e inclusão que os ajudem a acompanhar e comprovar os resultados do investimento em ações de DEI, possibilitando a ampliação da estratégia.

__KPIs de diversidade __

Antes de iniciar qualquer programa de DEI é imprescindível fazer um raio-X do momento atual da empresa, realizando um censo de sua população interna. Ele irá revelar um retrato de como a representatividade dos marcadores sociais daquele ecossistema está no momento. Esses marcadores podem ser vários, como raça/etnia, gênero, identidade de gênero, orientação sexual e portadores de deficiências.
Um aspecto muito importante nessa etapa de levantamento da informação é não tornar o processo obrigatório, já que ele depende de uma autodeclaração dos colaboradores. Caso a empresa não tenha um forte posicionamento em relação à não-discriminação – tanto no código de conduta interno como efetivamente na prática do dia a dia – o resultado pode ser enviesado e não revelar o retrato real da organização, já que muitos colaboradores podem não se sentir seguros para trazer essa informação de forma espontânea.

Na B&Partners, o censo da diversidade é anual e está em sua terceira edição. Em 2023, o grupo deu mais um passo no comprometimento com práticas social e ambientalmente responsáveis e criou o cargo de Head de ESG, que tem a missão de estabelecer KPIs (Key Performance Indicators) e metas para os pilares ambientais e sociais de todas as empresas do grupo. Neste processo, algumas discussões se intensificaram e um primeiro questionamento surgiu em relação ao censo anual de colaboradores.

Uma vez medidos os percentuais dos marcadores sociais, como avaliar esse índice em comparação ao que deve ser o ideal de mercado? Como saber se esse ecossistema é de fato diverso ou se ele está evoluindo rumo a uma maior diversidade com o passar do tempo?

__A criação do Termômetro da Diversidade__

Desse desafio nasceu o Termômetro da Diversidade, que tem como objetivo explicar em termos simples a diversidade nas empresas do grupo. Para isso, foi emprestado da biologia o Índice de Simpson, que ajuda a entender a distribuição dos indivíduos entre as espécies presentes em determinado bioma. No contexto das empresas, isso não é diferente, esta fórmula ajuda a entender o quão uniformemente distribuídos estão os colaboradores dentro dos grupos que declaram pertencer. O resultado desse cálculo é um número entre 0 a 1, no qual quanto mais próximo do número 1, mais diverso é o ecossistema estudado.

Ao resolver o primeiro desafio de simplificar a diversidade e traduzi-la para um número fácil de ser interpretado, surgiu um novo questionamento: qual número deve ser a referência de comparação?

Como grande parte dos colaboradores da B&Partners estão no Brasil, foi definido que seriam usados os últimos resultados demográficos divulgados pelo IBGE. O cálculo foi feito considerando as mesmas categorias que são medidas no censo do grupo: raça/etnia, gênero, identidade de gênero, orientação sexual, religião e pessoas com deficiência.

Ao comparar os dois resultados, o índice de diversidade do grupo ficou em 0,39, sendo alguma das categorias menos e outras mais diversas. (Quadro 2) A partir desse retrato, foi possível estabelecer os planos de ação para reduzir o gap nas categorias com menor representatividade.

![ermômetro da Diversidade da B&Partners 2023](//images.ctfassets.net/ucp6tw9r5u7d/711JG4OUowCNIqoaq59CAa/6b08f9c8b5551b9ddf6d797e6b3683a4/Imagem2.png)
*Quadro 2: Termômetro da Diversidade da B&Partners 2023*.

__Exemplo de aplicação dos KPIs na prática__

As 17 empresas do grupo B&Partners assinaram o [Movimento Raça é Prioridade](https://www.pactoglobal.org.br/movimento/racaeprioridade/), iniciativa do Pacto Global da ONU no Brasil com a ONU Mulheres e o CEERT (Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades), que tem como ambição alcançar 1.500 empresas comprometidas em ter 50% de pessoas negras em posição de liderança até 2030.
Após a verificação da situação atual da média do grupo, definiu-se que em 2023 todas as agências que fazem parte da B&Partners deverão chegar a 30% de pessoas negras. Em 2024 a meta passará a 34% de representatividade e a 38% em 2025. O objetivo é atingir a representatividade de 50% em 2028, dois anos antes do prazo final definido pelo Movimento.
Um processo como esse deve ser paulatino para que se trabalhe, concomitantemente à atração de talentos, a construção de uma cultura inclusiva na organização, para que de fato diversidade e inclusão andem lado a lado. Embora a atração de talentos diversos seja essencial para aumentar o percentual de diversidade nas organizações, ela deve vir acompanhada de uma série de ações internas para permitir a diminuição dos vieses inconscientes que estão culturalmente impregnados na sociedade e no mercado de trabalho.

![Régua Equidade de Raça](//images.ctfassets.net/ucp6tw9r5u7d/2RkfErYzI3aJ9wEX361R85/ac29dac1427b51270b0f980e7e5ca210/Imagem3.png)

![Equidade de Raça](//images.ctfassets.net/ucp6tw9r5u7d/3uTsNIcfybpNtPQKDAelbv/9410b287faf6cb2fc3d01432791af32f/Imagem4.png)

![Empresas colaboradores – Equidade de raça](//images.ctfassets.net/ucp6tw9r5u7d/79TfVfhuJecBYI5KyFRYOu/ad380e8d9b5a5a8745023794f97baacb/Imagem5.png)

O Observatório da Diversidade na Propaganda (ODP), entidade criada em 2021 com o objetivo de fomentar a inclusão de grupos sub-representados no mercado publicitário, servirá também de referência para o Termômetro da Diversidade. No momento em que os KPIs e dados da ODP estejam disponíveis, será possível comparar o censo da diversidade interno do grupo com a média do mercado, com o objetivo de avaliar se novas ações inclusivas serão necessárias.

Na linha desse movimento que acontece no mercado publicitário, é possível prever que outras indústrias e segmentos possam desenvolver métricas similares que os ajudem a entender como o índice de diversidade da organização está em relação à média do setor. O objetivo final não é o de estabelecer rankings comparativos, mas o de criar melhores práticas e compartilhar saberes entre as empresas, com o objetivo de ampliar a participação de minorias sub-representadas no mercado de trabalho. O movimento pretende ser inclusivo e colaborativo, gerando uma espiral positiva para todos os envolvidos, desde as minorias que hoje estão fora do mercado até as empresas, o que representa, em última instância, uma melhoria na sociedade como um todo.

*Dilma de Souza Campos é CEO e Partner da Nossa Praia, Head de ESG do Grupo B&Partners, conselheira da Universidade São Judas, da AMPRO, da São Paulo Companhia de Danças e da Solum Capital,, Winning Women 2016 da EY, TEDx Speaker, Coautora do livro Publicidade Antirracista.
E-mail: dilma.campos@nossapraia.ag

Gustavo Alonso Pereira é Head of Ops & Tech da B&Partners, liderando as frentes de inovação, dados e tecnologia voltados para gestão e performance do negócio, além disso, é Partner na Data Kompass, plataforma SaaS direcionada para gestão e tomada de decisão baseada em dados.
E-mail: gustavo.alonso@bpartners.ag

Compartilhar:

Copresidente da Mark Up, futurista e especialista em sustentabilidade e live marketing. Atua na interseção entre futuro, ESG e experiência de marca, ajudando líderes e organizações a anteciparem disrupções e traduzirem tendências em resultados mensuráveis. Eleita uma das profissionais mais inovadoras do mundo pelo Cannes Lions e destaque na "Forbes 50 Over 50", é professora convidada da Singularity University Brasil. Reconhecida por conectar visão de futuro, tecnologia e impacto social na construção de marcas com propósito. Possui MBA em Gestão de Projetos pela FGV e MBA em Tendências e Estudos Futuros na ESPM e Liderança Criativa na Berlim School, SEER na Saint Paul e Governança no IBGC e UCLA. Dilma Campos também atuou como: jurada Cannes Lions Festival 2022 e

Artigos relacionados

O que muda na cadeia do cobre com o fim da Substituição Tributária

Ao eliminar distorções fiscais e reduzir a antecipação do recolhimento do ICMS em determinados produtos, as novas regras trazem mais equilíbrio tributário para fabricantes e distribuidores. A mudança não reduz necessariamente a carga tributária, mas pode melhorar o fluxo de caixa, simplificar operações e impulsionar a competitividade do setor.

A nova morada dos softwares são as interfaces de IA

Durante anos, as empresas disputaram espaço na tela dos usuários por meio de aplicativos, portais e plataformas digitais. Agora, a ascensão das interfaces de inteligência artificial inaugura uma nova lógica: em vez de buscar atenção, os softwares passam a competir para estar presentes no momento exato em que uma decisão é tomada.

O que observei quando parei de apenas assistir ao Mind Summit 2026

Entre ciência da felicidade, burnout, inteligência artificial e futuro do trabalho, a 4ª edição do Mind Summit deixou à autora uma pergunta maior: em um mundo saturado de informação, como distinguimos evidência, narrativa e ideias realmente capazes de mudar a forma como trabalhamos?

Por que equipes entendem a estratégia e ainda assim não executam?

Muitas organizações possuem metas claras, planejamento estruturado e prioridades bem definidas, mas continuam enfrentando dificuldades para transformar estratégia em resultado. O problema raramente está na falta de entendimento. Está na capacidade de mobilizar pessoas, construir segurança psicológica e criar uma cultura em que colaboradores se sintam parte da solução, e não apenas destinatários das decisões.

Geopolítica da transição: o país precisa transformar potencial em influência

A disputa geopolítica entre Estados Unidos e China, a transição energética e a corrida pela inteligência artificial estão redefinindo o equilíbrio global de poder. Nesse cenário, o Brasil reúne uma combinação rara de recursos estratégicos – energia limpa, minerais críticos e capacidade produtiva – que pode transformar sua posição internacional.

Tecnologia & inteligencia artificial
5 de setembro de 2026 14H00
A maioria das organizações sabe exatamente quanto faturou ontem. Poucas sabem quanto perderiam se amanhã não conseguissem operar. Ao discutir os impactos financeiros da indisponibilidade de sistemas, o artigo propõe uma mudança de perspectiva: cibersegurança não deve ser vista apenas como um investimento em tecnologia, mas como uma estratégia de proteção da receita, da continuidade operacional e da capacidade do negócio de seguir funcionando diante de incidentes cada vez mais frequentes.

Felipe Berneira - CEO da Pronnus Tecnologia

2 minutos min de leitura
Gestão de pessoas & arquitetura de trabalho, Inovação & estratégia
5 de setembro de 2026 08H00
À medida que a inteligência artificial assume atividades repetitivas e amplia a capacidade analítica das organizações, surge uma oportunidade para redefinir a gestão de pessoas. O artigo mostra como tecnologias aplicadas a remuneração, benefícios e bem-estar podem fortalecer decisões mais inteligentes e personalizadas, sem substituir aquilo que continua sendo exclusivamente humano: empatia, julgamento e liderança.

Natalia Ubilla - Diretora de RH no iFood Pago e iFood Benefícios

3 minutos min de leitura
ESG, Cultura organizacional
4 de setembro de 2026 14H00
A busca por equidade de gênero não se encerra quando as mulheres conquistam um assento nas mesas de decisão. Ela continua na forma como suas ideias são recebidas, valorizadas e transformadas em influência. Ao discutir comunicação, liderança e protagonismo, o artigo mostra por que fortalecer a voz feminina é também uma estratégia para ampliar diversidade, inovação e resultados nas organizações.

Juliana Algodoal - PhD em Análise do Discurso e especialista em comunicação corporativa

3 minutos min de leitura
Marketing & growth
4 de setembro de 2026 08H00
As plataformas digitais premiam velocidade, engajamento e adaptação constante. As marcas, por outro lado, dependem de consistência, memória e diferenciação para gerar valor no longo prazo. O artigo explora o conflito entre essas duas lógicas e analisa como algoritmos e inteligência artificial estão influenciando a forma como as organizações constroem relevância e identidade.

Juliana Bezerra - Líder de conteúdo na DEA Design

4 minutos min de leitura
Empreendedorismo, Direito, Regulação & Compliance
3 de setembro de 2026 18H00
A entrada em vigor do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia inaugura um novo cenário para as redes de franquias brasileiras. Com redução gradual de tarifas, acesso mais facilitado a tecnologias e insumos, além da possibilidade de expansão para novos mercados, o franchising passa a enxergar na internacionalização uma oportunidade concreta de crescimento. Ao mesmo tempo, a chegada de concorrentes europeus exigirá das marcas nacionais mais inovação, eficiência e capacidade de adaptação para competir em um ambiente cada vez mais globalizado.

Camila Nicolau - Advogada especialista em Direito Empresarial e Contratual

4 minutos min de leitura
Empreendedorismo, Marketing & growth
3 de setembro de 2026 14H00
Dois terços das edtechs brasileiras nunca receberam investimento externo. Ainda assim, muitas já superaram a fase inicial, conquistaram clientes e validaram seus modelos de negócio. O artigo propõe uma reflexão sobre como a escassez de capital ajudou a formar startups mais resilientes e eficientes, ao mesmo tempo em que levanta uma questão estratégica para o próximo ciclo do setor: como transformar capacidade de sobrevivência em escala, internacionalização e crescimento sustentável.

Claudia Schulz - CEO da ABStartups

4 minutos min de leitura
Inovação & estratégia
3 de setembro de 2026 08H00
O artigo mostra por que a pergunta mais importante já não é qual solução de IA adotar, mas quem está definindo os limites, os objetivos e as regras de uso dessa tecnologia dentro da organização.

Erick Rezende - Diretor de Delivery na Cognitivo AI

5 minutos min de leitura
Gestão de pessoas & arquitetura de trabalho, ESG
2 de setembro de 2026 14H00
À medida que a população envelhece, cresce a necessidade de repensar o papel da experiência nas organizações e na sociedade. Tomando o comportamento do eleitor 70+ como ponto de partida, o artigo questiona o que faz alguém continuar contribuindo quando já não é obrigado a fazê-lo e por que essa pode ser uma das perguntas mais importantes para empresas que desejam se preparar para a era da longevidade.

Fran Winandy - CEO da Acalântis Services

6 minutos min de leitura
User Experience, UX, Marketing & growth
2 de setembro de 2026 08H00
O artigo mostra por que a Connected TV se tornou uma peça central na economia da atenção. Em um cenário de audiências fragmentadas, a combinação entre conteúdo de alta qualidade, segmentação baseada em dados e métricas avançadas transforma a televisão conectada em um dos ambientes mais estratégicos para marcas que buscam equilibrar alcance, relevância e performance.

Bruno Almeida - CEO da US Media

4 minutos min de leitura
Gestão de pessoas & arquitetura de trabalho, Inovação & estratégia
1º de setembro de 2026 15H00
Em momentos de retração econômica, cortar custos costuma ser uma resposta imediata. O problema é que algumas das perdas mais importantes não aparecem nas planilhas. Conhecimento acumulado, confiança, experiência e capacidade de inovação formam um patrimônio invisível que pode levar anos para ser reconstruído.

Rennan Vilar - Diretor de Pessoas e Cultura do Grupo TODOS Internacional

4 minutos min de leitura

Baixe agora mesmo a nossa nova edição!

Dossiê #174

Mobilização é o novo segredo da execução

Baixe agora mesmo a nossa nova edição!

Dossiê #174

Mobilização é o novo segredo da execução