Uncategorized

SUA EMPRESA ESTÁ PRONTA?

Apenas uma em cada 20 empresas já incorporou extensivamente a IA em ofertas ou processos
O estudo é de Philipp Gerbert, Martin Reeves, Sebastian Steinhäuser e Patrick Ruwolt, consultores do Boston Consulting Group (BCG), sediados nos Estados Unidos e na Europa.

Compartilhar:

A inteligência artificial se tornou um dos maiores impulsionadores tecnológicos para os negócios nos últimos anos. As expectativas voam alto, mas o que as empresas estão realizando em terra firme? O BCG e a _MIT Sloan Management Review_ conduziram uma pesquisa global com mais de 3 mil executivos e entrevistas em profundidade com mais de 30 especialistas em tecnologia a fim de apresentar uma base realista de informações para que as empresas façam benchmarking sobre seus esforços e ambições em relação à IA e se orientem para as novidades que virão. 

De modo geral, o fosso entre ambição e execução é profundo na maioria das organizações. Só uma em cada cinco delas já incorporou a IA a alguma oferta ou processo. Apenas uma em cada 20 incorporou a IA extensivamente a ofertas ou processos. 

A pesquisa também revela grandes lacunas entre as empresas líderes em IA – que já a compreenderam e adotaram em alguma medida – e as retardatárias. A diferença que mais salta aos olhos diz respeito ao nível de compreensão da importância de dados, treinamento e algoritmos. 

A tendência é que os gaps aumentem ainda mais nos próximos cinco anos. Contudo, quase todas as empresas continuam a ter a chance de moldar a criação de valor da IA em seus setores de atividade. 

**GRANDES EXPECTATIVAS**

Executivos de empresas de todos os países, setores de atividade e tamanhos estão atentos à IA. Embora a maioria não tenha percebido efeitos substanciais da IA em suas ofertas e processos, eles estão certos de que o impacto aparecerá nos pró ximos cinco anos – em especial, em tecnologia da informação (TI), em operações e manufatura, na gestão da cadeia de fornecimento e em atividades voltadas para o cliente. 

As BPOs, que conduzem processos de negócios de outras empresas como terceirizadas, creem que muitos dos empregos que se mudaram para países com baixos custos trabalhistas sejam automatizados. No entanto, elas também têm a expectativa de que a IA leve a novas atividades e fontes de empregos. 

De todos, os gestores do setor de manufatura são os que preveem o maior impacto. Faz sentido, como mostra a fabricante de aeronaves Airbus. No programa A350, a empresa está usando IA para acelerar e melhorar a produção. Ela combinou dados da produção passados, contribuições contínuas do programa A350, matching difuso e um algoritmo de autoaprendizado para identificar padrões em problemas de produção que causam interrupções. O sistema consegue encontrar, quase em tempo real, soluções para 70% dos problemas de algumas áreas, soluções essas 

**AMBIÇÃO E EXECUÇÃO**

A diferença entre ambição e execução é igualmente grande em boa parte das organizações. Três quartos dos executivos acreditam que a IA vai permitir que sua companhia se aventure em novos negócios, e quase 85%, que a IA a levará a obter ou manter uma vantagem competitiva. Porém só 30% deles dizem que sua empresa já possui uma estratégia de IA, o que eles consideram urgente. As organizações que têm mais de 100 mil funcionários são as mais propensas a ter uma estratégia de IA, mas apenas metade delas tem uma de fato. 

**VOCÊ CHEGOU BEM A TEMPO**

POR KEVIN KELLY

O mundo dominado pela inteligência artificial será diferente; não terá nada a ver com o que vemos hoje. Mas será uma utopia ou uma distopia? Bem, utopias nunca dão certo; todo cenário utópico contém falhas que o corrompem. E nunca vi uma utopia na qual gostaria de viver; eu morreria de tédio. Já as distopias, seus opostos sombrios, são bem mais fáceis de imaginar. Quem não consegue pensar em um final apocalíptico do tipo “o último ser humano na Terra”, um mundo governado por robôs, um planeta se desintegrando lentamente em favelas ou um armagedom nuclear?

Há infinitas possibilidades para o colapso da civilização moderna, mas o grande defeito da maioria das narrativas distópicas é que elas não se sustentam. Na verdade, é difícil destruir a civilização: quanto mais arrasador o desastre, mais rápido as chamas do caos se extinguem.

Nosso destino, com a inteligência artificial, não passa nem pela distopia nem pela utopia. A tecnologia está nos levando à protopia. Para ser mais preciso, nós já vivemos a protopia, que é um processo de tornar-se, não um destino.

É difícil perceber a protopia, porque ela cria quase tantos problemas quanto benefícios. Essa expansão circular de problemas e soluções oculta uma acumulação constante de pequenos benefícios líquidos ao longo do tempo. Desde o Iluminismo e a invenção da ciência, conseguimos criar um pouco mais do que destruímos, ano após ano. No modo protópico, as coisas são um pouco melhores hoje do que foram ontem. É um progresso brando.

Atualmente, somos tão cientes das desvantagens das inovações e estamos tão decepcionados com as promessas das utopias do passado que temos dificuldade de enxergar um futuro protópico no qual o amanhã será um pouco melhor do que o hoje. Essa cegueira sobre o futuro talvez explique a aflição que domina o mundo contemporâneo.

Qual é a alternativa a esse quadro? Receber o futuro (e seu contínuo tornar-se) de braços abertos, tendo consciência do lento rastejar protópico a fim de não ignorar as melhorias incrementais que proporciona. É porque ignoramos o progresso brando que somos surpreendidos por coisas que já vêm acontecendo há 20 anos ou mais. Dito isso, há duas boas notícias:

**1.** Todos nós, sem exceção, seremos eternos novatos no futuro, humildemente tentando acompanhar os avanços. Para começar, a maioria das importantes tecnologias que dominarão nossa vida daqui a 30 anos ainda não foi inventada, de modo que você será, de fato, um novato nelas. Em segundo lugar, como a nova tecnologia vai necessitar de upgrades intermináveis, você continuará a ter status de novato mesmo depois de conhecê-la. Em terceiro lugar, como o ciclo da obsolescência se acelera (o tempo médio de vida de um app de celular já é de apenas 30 dias!), você não terá tempo de dominar qualquer coisa antes de ela ser substituída, de maneira que permanecerá no modo novato para sempre.

**2.** Nunca houve um dia melhor em toda a história do mundo para inventar alguma coisa como hoje. Os sujeitos grisalhos de 2050 dirão: “Já pensou como teria sido incrível inovar em 2017 ou 2018? Era uma verdadeira terra de ninguém, dava para escolher qualquer negócio, salpicá-lo com inteligência artificial e jogar na nuvem. Poucos dispositivos tinham mais de um ou dois sensores, em vez das centenas de sensores atuais. As expectativas e barreiras eram baixas. Era fácil ser o primeiro”. Vivemos a melhor época de toda a história da humanidade para começar algo. Você chegou bem a tempo.

Há também grandes lacunas entre companhias líderes e retardatárias. Entre as líderes, três quartos enxergam claras oportunidades de negócios para IA e cerca de 80% dizem que os líderes seniores estão a bordo. Os maiores obstáculos, para essas empresas, são contratar e desenvolver talentos e estabelecer prioridades para os investimentos em IA. Elas também estão começando a se preocupar com questões de segurança relacionadas com IA. 

As organizações retardatárias, por sua vez, ainda não identificaram oportunidades de negócios com a tecnologia. Mais de 50% relatam que seus líderes seniores não estão envolvidos com IA, e a maio ria também enfrenta as agruras de encontrar talentos na área. 

As diferenças na adoção da inteligência artificial podem ser marcantes até no mesmo setor. Por exemplo, a Ping An Insurance, uma das maiores companhias de resseguros da China, emprega 110 cientistas de dados e lançou cerca de 30 iniciativas de IA patrocinadas pelo CEO – a visão é a de que a IA será o principal impulsionador de crescimento em breve, como conta o diretor de inovação da empresa, Jonathan Larsen. Em outros lugares da indústria de seguros, no entanto, as iniciativas de IA se limitam a “experiências com chatbots”. 

**DADOS, TREINAMENTO E ALGORITMOS**

Uma das diferenças mais brutais entre companhias líderes e retardatárias em IA está na compreensão da importância dos dados, treinamento e algoritmos. Os algoritmos de IA não são naturalmente “inteligentes”. A IA começa com algoritmos “nus”, que se tornam inteligentes somente depois de serem treinados em grandes quantidades de dados e, na maioria dos aplicativos de negócios, grandes quantidades de dados específicos da empresa. 

O treinamento bem-sucedido requer uma compreensão completa desse processo e do papel dos dados nele, que é muito mais significativo do que em aplicativos de dados grandes e de análise avançada. O êxito também depende de sistemas bem desenvolvidos que promovam o treinamento relevante dos algoritmos e continuem a integrar dados coletados ao longo do tempo. A coleta e a preparação de dados são muitas vezes as atividades mais demoradas no desenvolvimento de aplicativos de IA. 

Mesmo quando a organização possui os dados de que precisa, a fragmentação em vários sistemas pode dificultar o processo de treinamento de algoritmos de IA. Como afirma Agus Sudjianto, vice-presidente-executivo de risco corporativo do banco Wells Fargo, “grande parte do trabalho é lidar com dados não estruturados, como a mineração de texto, e analisar enormes quantidades de transações procurando padrões. Em experiência do cliente, bem como na tomada de decisões em termos de prospecção de clientes, aprovação de crédito e detecção de crime financeiro, há oportunidades significativas para aplicar IA, mas, em uma organização muito grande, os dados geralmente são fragmentados. A questão central de uma grande corporação é como lidar estrategicamente com dados”. 

Menos da metade dos entrevistados da pesquisa diz que sua empresa entende as necessidades de dados para os algoritmos ou os processos necessários para treinar algoritmos. 

**FAZER OU COMPRAR?**

A necessidade de treinar algoritmos de IA com dados apropriados tem grandes implicações no processo decisório do investimento nas tecnologias de IA – quanto a comprá-las prontas fora ou desenvolvê-las internamente. 

Só que gerar valor com IA é mais complexo do que simplesmente desenvolver ou comprar IA para um processo de negócios. Treinar algoritmos de IA envolve uma boa variedade de habilidades, incluindo a compreensão de como criar algoritmos, como coletar dados relevantes e integrá-los para fins de treinamento e como supervisionar o treinamento. 

O executivo-chefe de informação (CIO) de uma grande farma descreve os produtos e serviços que os fornecedores de IA entregam como “crianças novinhas”. “A quantidade de esforço para fazer um serviço baseado em IA chegar à idade de17 ou 21 anos ainda não parece valer a pena”, diz. Ele se refere à “tonelada de informações” para treinar o algoritmo e às habilidades internas que precisam ser desenvolvidas. De fato, usar a IA para obter vantagem competitiva requer esforço. 

**DESAFIOS DA GESTÃO**

As organizações enfrentam muitos desafios gerenciais com a adoção da inteligência artificial. Alguns são comuns a todas as transformações tecnológicas, como a visão e a liderança adequadas, a abertura à mudança e a capacidade de mudar, o pensamento de longo prazo, o alinhamento entre estratégia de negócios e tecnologia, a colaboração efetiva. Mas há pelo menos três desafios específicos: 

**Ter uma compreensão intuitiva da IA.** É o mais básico – e mais importante. J. D. Elliott, diretor de gestão de dados corporativos da TIAA, organização de serviços financeiros integrante da lista Fortune 100 que administra quase US$ 1 trilhão em ativos, explicita isso: “Não acho que cada gerente da linha de frente precise entender a diferença entre aprendizado profundo e superficial dentro de uma rede neural. No entanto, considero importante a compreensão básica de que, com o uso da análise de dados, teremos técnicas que produzirão resultados e decisões melhores e mais precisos do que o instinto”. 

**Desenhar a organização para a IA.** A adoção das tecnologias de maneira geral provavelmente valorizará as habilidades sociais e a flexibilidade existente na empresa. 

Há pelo menos três modelos organizacionais possíveis para IA – o centralizado, o distribuído e o híbrido –, mas o híbrido, que enfatiza a colaboração multifuncional, é o que faz mais sentido. “Temos de trazer pessoas de diferentes disciplinas. E então, é claro, precisamos do aprendizado de máquina (machine learning) e das pessoas que dominam IA”, diz Sudjianto, do Wells Fargo. “Alguém que possa liderar esse tipo de equipe de maneira holística é muito importante também.” 

Vale enfatizar que a flexibilidade é uma peça central de todos os modelos organizacionais de IA. Em face disso, para as grandes empresas, a mudança de cultura necessária pode ser assustadora, de acordo com vários dos executivos entrevistados. 

**Somar os pontos fortes de seres humanos e computadores.** Descobrir isso não é fácil. Por exemplo, os gestores precisam perceber que empregar IA vai além de melhorar o status quo; trata-se de mudar. 

**IA E EMPREGOS**

A pesquisa revela um otimismo cauteloso quanto aos empregos humanos depois da inteligência artificial. A maioria dos entrevistados não espera uma redução de empregos em sua organização em cinco anos, e quase 70% garantem não temer que a IA automatize seus cargos.

Compartilhar:

Artigos relacionados

Se o colaborador tóxico sai, o problema vai embora com ele?

Rotular profissionais como tóxicos pode encerrar uma conversa, mas raramente resolve o problema. Ao investigar como comportamentos se formam e se repetem nas organizações, o artigo convida líderes a substituírem julgamentos rápidos por diagnósticos mais profundos e eficazes.

Todo fim de ano, o passado se reelege no seu orçamento

Sua estratégia está no PowerPoint ou no orçamento? No trimestre em que o plano de 2027 ganha aprovação, uma disputa invisível acontece dentro das empresas. De um lado, a estratégia que promete transformação. Do outro, o orçamento que preserva as prioridades de sempre. Quase sempre, é a planilha que decide o vencedor.

A AGI já chegou? E se Ray Kurzweil estiver certo há mais tempo do que imaginávamos?

As declarações recentes dos líderes da OpenAI e da NVIDIA reacenderam uma das discussões mais importantes da era digital: a Inteligência Artificial Geral já é uma realidade? Ao conectar os avanços mais recentes da IA às previsões feitas por Ray Kurzweil décadas atrás, o artigo explora não apenas a evolução da tecnologia, mas também o desafio humano, organizacional e social de acompanhar uma transformação que pode estar acontecendo mais rápido do que imaginávamos.

O que uma prótese de quadril me ensinou sobre os erros de decisão dentro das empresas

Ao relatar uma experiência marcante durante sua recuperação de uma cirurgia, o autor provoca uma reflexão sobre um erro recorrente nas organizações: confiar mais naquilo que é visível do que na experiência de quem vive o problema. Quando líderes ignoram relatos e se apoiam apenas em protocolos e percepções, perdem informação, confiança e capacidade de tomar melhores decisões.

Inovação & estratégia
3 de setembro de 2026 08H00
O artigo mostra por que a pergunta mais importante já não é qual solução de IA adotar, mas quem está definindo os limites, os objetivos e as regras de uso dessa tecnologia dentro da organização.

Erick Rezende - Diretor de Delivery na Cognitivo AI

5 minutos min de leitura
Gestão de pessoas & arquitetura de trabalho, ESG
2 de setembro de 2026 14H00
À medida que a população envelhece, cresce a necessidade de repensar o papel da experiência nas organizações e na sociedade. Tomando o comportamento do eleitor 70+ como ponto de partida, o artigo questiona o que faz alguém continuar contribuindo quando já não é obrigado a fazê-lo e por que essa pode ser uma das perguntas mais importantes para empresas que desejam se preparar para a era da longevidade.

Fran Winandy - CEO da Acalântis Services

6 minutos min de leitura
User Experience, UX, Marketing & growth
2 de setembro de 2026 08H00
O artigo mostra por que a Connected TV se tornou uma peça central na economia da atenção. Em um cenário de audiências fragmentadas, a combinação entre conteúdo de alta qualidade, segmentação baseada em dados e métricas avançadas transforma a televisão conectada em um dos ambientes mais estratégicos para marcas que buscam equilibrar alcance, relevância e performance.

Bruno Almeida - CEO da US Media

4 minutos min de leitura
Gestão de pessoas & arquitetura de trabalho, Inovação & estratégia
1º de setembro de 2026 15H00
Em momentos de retração econômica, cortar custos costuma ser uma resposta imediata. O problema é que algumas das perdas mais importantes não aparecem nas planilhas. Conhecimento acumulado, confiança, experiência e capacidade de inovação formam um patrimônio invisível que pode levar anos para ser reconstruído.

Rennan Vilar - Diretor de Pessoas e Cultura do Grupo TODOS Internacional

4 minutos min de leitura
Inovação & estratégia
1º de setembro de 2026 08H00
O artigo utiliza a clássica fábula dos três porquinhos para mostrar por que organizações que apostam apenas em estruturas robustas, sem capacidade de adaptação, podem se tornar mais vulneráveis justamente quando o ambiente exige flexibilidade e aprendizado contínuo.

Thierry Cintra Marcondes - Conselheiro, Influenciador e Professor

10 minutos min de leitura
Gestão de pessoas & arquitetura de trabalho
31 de agosto de 2026 20H00
Plataformas de saúde, apoio emocional e programas de qualidade de vida nunca foram tão comuns nas organizações. Ainda assim, muitos colaboradores afirmam não ter tempo para utilizá-los. O artigo propõe uma reflexão sobre a distância entre acesso e uso efetivo, mostrando por que a próxima evolução do bem-estar corporativo depende menos de novos benefícios e mais de mudanças na cultura, na liderança e na gestão do tempo.

Felipe Calbucci - CEO Latam TotalPass

5 minutos min de leitura
Gestão de pessoas & arquitetura de trabalho
31 de agosto de 2026 18H00
A sua próxima contratação pode já estar dentro da empresa. Dados mostram que muitos profissionais deixam suas organizações não por falta de oportunidades no mercado, mas por não enxergarem caminhos de crescimento internamente. O artigo discute por que iniciativas como marketplaces de talentos, projetos multidisciplinares, gig assignments e conversas estruturadas de carreira são fundamentais para revelar potencial, ampliar a mobilidade interna e transformar talentos já existentes em uma vantagem competitiva para o negócio.

Miguel Nisembaum - Sócio da Mapa de Talentos, gestor da comunidade de aprendizagem Lider Academy e professor

10 minutos min de leitura
Cultura organizacional, Bem-estar & saúde
31 de agosto de 2026 14H00
A lógica do “trabalhe enquanto eles dormem” ajudou a moldar uma geração de profissionais que transformou o cansaço em símbolo de mérito. O artigo questiona os mitos da cultura hustle e defende o sono como um dos investimentos mais estratégicos para desempenho, bem-estar e crescimento sustentável.

Valter Roldão - CEO da Luuna

5 minutos min de leitura
Estratégia, Cultura organizacional
31 de agosto de 2026 07H00
Ao revisitar conceitos milenares do Yoga sob a ótica da gestão contemporânea, o artigo propõe uma pergunta essencial para líderes e organizações: os sistemas que construímos estão alinhados aos valores que afirmamos praticar?

Carlos Legal - Fundador da Legalas Aprendizagem e Educação Corporativa

6 minutos min de leitura
ESG
30 de agosto de 2026 14H00
Enquanto muitas empresas ainda estruturam suas decisões de contratação a partir de cargos e organogramas, um novo modelo ganha espaço: acessar especialistas, mentores e executivos sob demanda para resolver desafios específicos de negócio. O artigo mostra como o Open Talent está redefinindo a gestão de pessoas e criando formas mais ágeis de conectar competências às necessidades reais das organizações.

Juliana Ramalho - CEO da Talento Sênior

4 minutos min de leitura

Baixe agora mesmo a nossa nova edição!

Dossiê #174

Mobilização é o novo segredo da execução

Baixe agora mesmo a nossa nova edição!

Dossiê #174

Mobilização é o novo segredo da execução